Problemas que devem ser vistos antes da reforma

Está querendo fazer alguma reforma na sua casa ou escritório?! Então, fique atento, pois é preciso observar alguns pontos antes de realizá-la. Na matéria de hoje, falaremos sobre os problemas que devem ser vistos antes da reforma, para que você consiga se preparar adequadamente. Confira!

  • Estrutura

Se você está planejando fazer uma reforma que mude portas ou janelas de lugar, ou então quer construir um novo andar ou demolir paredes… Nem cogite fazer isso sem o parecer de um especialista (engenheiro ou arquiteto). Só um profissional habilitado poderá dizer, com certeza, as mudanças que são ou não permitidas, sem que a estrutura da casa/apartamento e sua segurança e de sua família sejam comprometidas.

  • Elétrica

As instalações elétricas devem ser verificadas antes de qualquer obra. Os cabos e fios precisam estar em boas condições, evitando problemas, como quedas de energia, choques elétricos, sobrecargas, curtos e, inclusive, incêndios. Aproveite a reforma e peça a um eletricista que faça uma revisão de toda a parte elétrica, antes de fechar paredes e pisos.

  • Hidráulica

Também é importante verificar se as instalações hidráulicas estão com algum problema, como vazamentos. Se sim, faça os reparos antes de iniciar qualquer reforma. Verifique todos os tubos e conexões e, se estiverem danificados ou muito velhos, aproveite para, durante a obra, substituí-los por produtos novos e de qualidade garantida.

  • Infiltração

Elas são bastante comuns, infelizmente, e podem se manifestar de maneiras diversas, como próximas ao chão ou no teto. Independente de onde surja, não adianta de nada maquiar o problema. Portanto, identifique suas causas, ajustando-as e corrigindo os pontos danificados com impermeabilizante, durante a obra.

  • Mofo

O mofo, além de ser feio e deixar o ambiente com um odor desagradável, estimula o aparecimento e agravamento de doenças respiratórias e alérgicas. Se você está com esse problema em casa, livre-se dele antes de iniciar a obra – utilizando, nela, bons impermeabilizantes, evitando que o problema volte a acontecer.

  • Trincas e rachaduras

As trincas e rachaduras nas paredes podem ser apenas superficiais, mas também representar problemas bem mais sérios, que podem até comprometer a estrutura da casa. Procure um profissional que identifique a causa da fissura, fazendo os ajustes necessários antes de consertar a parte estética do problema.

E então, o que você achou dessas informações e dicas que trouxemos?! Utilize-as para ficar bem preparado antes de qualquer reforma que queira fazer, planejando-se bem para ela e evitando ter que fazer reparos posteriormente, gastando mais tempo e dinheiro do que deveria. #FicaADica

Danos causados por rachaduras e fissuras

As rachaduras e fissuras podem ser muito mais perigosas do que aparentam, causando danos realmente preocupantes. Falaremos melhor sobre essas anomalias na matéria de hoje, que precisam ser tratadas e resolvidas corretamente. Confira mais informações a seguir!

Podendo esconder problemas que vão muito além da estética, as rachaduras, trincas e fissuras que surgem nas paredes e tetos precisam de atenção redobrada. Elas podem aparecer por mudanças na temperatura, recalques do solo ou, até mesmo, má execução de obras.

De qualquer forma, por poderem representar problemas bem mais sérios do que se costuma imaginar, qualquer sinal de um desses problemas precisa ser analisado com muito cuidado, mesmo quando são, aparentemente, inofensivos. E, para isso, deve-se contar com ajuda profissional.

Assim, a primeira coisa a ser feita deve ser solicitar uma investigação por um especialista no assunto, que saberá identificar a causa do problema. A partir dessa avaliação técnica, descobrindo a origem do transtorno, procura-se o tratamento correto para ele.

Outro ponto importante desse assunto é o uso indevido de impermeabilizantes e vários outros produtos tidos como “milagrosos” em situações quando são identificadas rachaduras, por onde ocorrem infiltrações, vazamentos e/ou goteiras, causando umidade no ambiente.

O que acontece é que, querendo resolver o problema de forma mais barata e rápida, a pessoa acredita que o impermeabilizante solucionará a questão, o que, em muitos casos, acaba apenas mascarando o problema e, além de não resolvê-lo, ainda pode fazer com que ele piore.

Então, independente da anomalia encontrada, a sugestão é uma só: procure o auxílio de um especialista, escute o que ele tem a dizer, deixe que ele identifique o real problema e suas causas e, então, te aconselhe sobre a solução para o ocorrido, já que, sem dúvidas, ele saberá o tratamento mais adequado. #FicaADica

 

12 Passos para acertar na escolha do arquiteto

Se você está pensando em contratar um profissional de arquitetura para projetar o seu novo lar ou coordenar uma reforma, é fundamental saber quais são as suas obrigações e as do arquiteto antes de fechar negócio. O passo a passo a seguir esclarece esse assunto em detalhes. Confira!

Combinando as regras

1. O arquiteto deve apresentar uma proposta de serviço. Esse documento deve deixar claro o que será feito e como, o valor e quando será entregue cada etapa. Deve constar também como e quantas visitas serão realizadas ao longo da execução da obra. Se a proposta for aceita, é importante exigir um contrato e o RRT (Registro de Responsabilidade Técnica) do Conselho de Arquitetura e Urbanismo.

2. O ideal é escolher o mesmo profissional para fazer o projeto e acompanhar a obra. Essa é uma ótima saída para evitar complicações ou desentendimentos ao longo da obra. Mas se a execução do projeto ficar a cargo de outro profissional, assegure-se de que o autor do projeto visite periodicamente a obra.

3. A remuneração do arquiteto é feita de acordo com a prestação de serviço, e não por percentuais sobre a compra de materiais ou contratação de serviços de terceiros.

4. Firmar um contrato é essencial. Nesse documento devem constar os aspectos jurídicos, tais como direitos, deveres e responsabilidades. Dessa forma, o projeto seguirá de forma clara para ambas as partes.

5. O acordo não deve ser tratado como algo informal. Por isso, você deve exigir do arquiteto uma proposta de serviço e contrato.

6. Caso o profissional que acompanhará a execução do projeto não seja o mesmo que projetou, é importante ter um contrato de gestão da execução. Nesse documento, devem-se determinar, entre outras coisas, as visitas que o arquiteto fará para acompanhar a execução. Essa é uma forma de garantir que o projeto seja exatamente igual ao que foi idealizado por você e pelo profissional que projetou. Atenção para os seguintes pontos que devem fazer parte do acordo de gestão da obra:
• O que será feito, em quanto tempo e quanto custará(ão) o(s) serviço(s);
• Garantias;
• Responsabilidades;
• Documentos necessários;
• Relação de profissionais que trabalharão na obra;
• Relação do que e quando será comprado;
• Seguros.

Levantando as necessidades

7. O arquiteto deve reunir em um documento todas as necessidades do cliente, tais como quais espaços o projeto terá e qual é o tamanho de cada ambiente.

8. É muito importante na elaboração do projeto que o cliente exponha suas necessidades e deixe que o profissional reflita e apresente alternativas e soluções para suas demandas.

Como o arquiteto trabalha

9. O arquiteto faz o estudo preliminar, que é a primeira configuração do espaço arquitetônico. Isto feito, o profissional deve passar essas informações de forma clara para o cliente.

10. A etapa seguinte é o anteprojeto, no qual o profissional deve apresentar uma configuração predefinida do projeto, com soluções para o que foi proposto. Quando o anteprojeto é aprovado, ambas as partes assumem o compromisso de  cumprir o que foi definido.

11. Com o projeto finalizado e acordado entre arquiteto e cliente, é o momento de apresentar o projeto básico. Nele deve constar, no mínimo:
• Planta baixa dos pavimentos;
• Seções longitudinais e transversais;
• Fachadas;
• Planta de cobertura;
• Planta de localização (situa a obra no bairro);
• Planta de situação (situa a obra na rua e entre os vizinhos dos lados e do fundo);
• Especificação dos materiais (quais materiais serão usados na obra).

12. O último passo é a apresentação do projeto executivo. Nesse documento devem constar detalhes, como especificação de material a ser usado, as quantidades, os modelos e as maquetes do projeto. Ou seja, além do que já foi citado no projeto básico, a versão executiva deve conter detalhes construtivos como, por exemplo, como serão janelas, portas, pisos, revestimentos de paredes, telhado ou laje, cores das paredes, materiais empregados nas fachadas, acabamentos de elétrica e hidráulica. Deve incluir também as especificações e quantitativos de todos os materiais.

Fonte: Revista Casa e Jardim

Inverno é época indicada para benfeitorias nas áreas comuns

O inverno, quando as chuvas começam a diminuir é melhor momento para realizar obras de recuperação nos condomínios, principalmente em relação a fachada e a impermeabilização.

O inverno, quando as chuvas começam a diminuir é melhor momento para realizar obras de recuperação nos condomínios, principalmente em relação a fachada e a impermeabilização.

Essa é a época do ano em que os síndicos devem providenciar as manutenções necessárias para prevenir ou corrigir problemas de infiltração nos prédios. É neste período mais mais frio que as obras de recuperação e impermeabilização devem ser feitas em lajes, por exemplo.

Antes de iniciar a obra é primordial escolher qual será a empresa especializada que irá levantar as necessidades, detalhá-las e emitir um parecer sobre todos os problemas encontrados.

A mesma empresa deverá indicar quais serão as medidas corretivas e preventivas a serem adotadas. Com base nesse parecer, o síndico do condomínio deverá acionar as empresas fornecedoras do mercado para orçar a empreitada.

Além dos reparos, é muito importante não esquecer do paisagismo, até porque o inverno é o período considerado ideal para manutenção dos jardins, em decorrência do repouso e da dormência das plantas.

Nessa estação as plantas revigoram suas funções biológicas para um novo ciclo de crescimento com a chegada da primavera.

É bom ressaltar que no inverno é mais comum o aparecimento de trincas, fissuras, manchas e desplacamentos de fachadas em decorrência da movimentação de materiais, que aumenta com as oscilações de temperatura ao longo do dia.

Uma razão a mais para que os serviços de recuperação sejam executados nesta época do ano.

Fonte: Síndico Net

Como diminuir riscos durante uma obra

A maioria das pessoas já passou ou vai passar por alguma reforma em sua casa ou apartamento. Porém, alguns cuidados são essenciais nesse momento. No post de hoje, falaremos sobre como diminuir riscos durante a obra. Continue lendo e confira nossas dicas, a seguir.

Partes estruturais da casa
Apenas um profissional da área (engenheiro ou arquiteto) pode afirmar se um elemento de sustentação (vigas, pilares e lajes) ou uma simples parede podem ser quebrados, de forma que não comprometa a estrutura e a segurança do imóvel. O especialista também poderá surgir com outras soluções para casos mais específicos. As consequências de uma atitude errada podem ser trincas, rachaduras e, no pior dos casos, um desabamento, que pode ser bem grave.

Acréscimo de cargas
Se você está pensando em adicionar outra ou mudar a caixa d’água, colocar uma banheira ou ofurô, nivelar pisos, entre diversas outras atitudes… Cuidado! As estruturas existentes foram planejadas para sustentar os pesos existentes. Ou seja, se você quer colocar mais peso nela, é necessário verificar se a estrutura suportará o peso à mais. Novamente, apenas um profissional pode atestar isso.

Impermeabilização
Se feita de forma errada, pode acabar gerando, entre outros problemas, infiltração nas paredes e tetos, comprometendo, inclusive, a estrutura da casa. Por isso, fazer uma correta impermeabilização em todas as partes da casa que podem entrar em contato com o solo e/ou a água (como fundação, lajes, contrapisos etc.) é essencial. E o momento ideal para isso é durante as reformas, já que os reparos de impermeabilização são bem mais caros e complicados de serem feitos.

Materiais adequados
É importante seguir o que foi especificado no projeto, comprando materiais adequados e indicados por profissionais, evitando acidentes, bem como outros problemas (como os estruturais). Para economizar, realize pesquisas em diversas lojas e, caso queira optar por materiais mais baratos, peça a opinião de um profissional, que te dará opções. Qualidade é fundamental!

E então, o que achou de nossas sugestões?! Esperamos que tenhamos te ajudado a garantir uma obra mais segura, que não comprometa nem sua casa, nem seu orçamento, e nem te faça perder tempo com reparos futuros. Tem mais dicas sobre o assunto?! Compartilhe com a gente! ☺

5 erros comuns na hora de reformar e decorar e como evitá-los

1. Parta do existente
Ainda na faculdade ouvi essa frase de um professor de Planejamento Urbano e, desde então, essa se tornou uma das minhas maiores verdades na hora de projetar. Em tempos de excesso de informação, principalmente a avalanche de imagens vindas de redes sociais, como Instagram e Pinterest, é sempre uma tentação tentar adaptar uma ideia ou copiar literalmente algo que gostamos. Acontece que projetar é, antes de tudo, respeitar aquilo que já está ali na nossa frente. As melhores ideias, por exemplo, tomam como partido características intrínsecas do espaço que não podem ser mudadas, mas que serão o ponto de partida para as maiores sacadas. Portanto, quando gostar de algo tente, antes de tudo, identificar ali o seu gosto pessoal e não “roubar” a ideia em si.

2. Todo projeto evolui
Quando iniciamos uma obra, é preciso se preparar para mudanças ao longo do percurso. Costumo sempre alertar os clientes que o processo de uma reforma/decoração dificilmente é finalizado antes de seis meses. Esse é um prazo mínimo absolutamente coerente e pode se estender até um ano ou mais conforme o ritmo de decisão e fechamento de orçamentos. Por ser um tempo longo, e por se tratar da nossa casa, é normal a indecisão e a mudanças de ideias ao longo desse tempo. Todo projeto amadurece e evolui.

Essas pequenas alterações podem realinhar a escolha dos acabamentos, de cores ou mesmo o afinamento do layout inicial e a disposição dos móveis. Uma vez que nada ainda tenha sido comprado ou fechado vale a pena reestudar, repensar e até mesmo mudar de ideia quando existe um consenso de que o resultado final será melhorado.

3. Priorize os espaços conforme seu uso
Em tempos de grandes e rápidas mudanças, o programa de uma casa ou apartamento não é mais o mesmo de anos atrás. Com apartamentos cada vez menores, não há mais uma regra para a distribuição dos ambientes, ou seja, o que foi pensado pela construtora ou pelo antigo morador não deve ser tratado como verdade absoluta. Tenha em mente que você é quem define o que é prioridade na sua casa. Por exemplo, se você gosta de se jogar em um sofá confortável e assistir filmes ou séries, faça desse espaço o principal da sua casa e não se preocupe com a divisão tradicional de uma sala principal de estar, para receber, e outra menor para assistir TV.

Com a proliferação de restaurantes e o hábito cada vez mais frequente de fazer as refeições fora de casa, veja se realmente existe a necessidade de uma mesa de oito lugares ou se ela será usada apenas uma ou duas vezes por ano. A decoração do futuro será cada vez mais personalizada e tudo que é impessoal e tratado como regra será banido.

4. Jamais comece pela compra dos móveis
Usar um móvel como ponto de partida para o projeto da casa é um erro comum. Algumas escolhas são desastrosas e a atenção deve ser maior com as peças de maiores dimensões, como sofás e mesas de jantar. É muito mais fácil acomodar uma poltrona e mesas laterais em qualquer ambientação.

Sempre alerto meus clientes: o melhor momento para pensar em decoração é após a marcenaria projetada e encomendada.

5. Pense na decoração como um todo
Por mais que você tenha prioridades para a decoração, tente se organizar por ambientes em vez de comprar um móvel para cada lugar da casa. A decoração deve sempre ser pensada como um todo e, se possível, definida de uma vez só. Quando você altera um tecido ou o desenho de uma poltrona, a mudança reverbera no sofá, no tapete, na mesa lateral e seus respectivos acabamentos. Tentar consertar algo que foi começado exige muito mais de todos para um resultado harmônico e bonito no final.

Fonte: Revista Casa e Jardim

Seguir regras evita transtornos durante obras em prédios e condomínios

Ter bom senso e política de boa vizinhança faz com que não haja problemas, além da perturbação causada pelos pedreiros.

Reformas causam transtornos, principalmente se a obra ocorre dentro de prédios e/ou condomínios. Afinal, sempre há algum tipo de sujeira ou barulho decorrente da reforma. Para evitar desgastes, além da perturbação causada pelos pedreiros, é preciso seguir as leis e regras impostas.

De acordo com Celso Henrique Mazuchi, diretor de administração condominial da regional do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi), ao decidir fazer uma obra dentro de casa, o condômino deve, inicialmente, se atentar às regras da convenção e do regulamento interno do condomínio quanto aos horários e dias permitidos, assim como observar as regras de silêncio e limpeza para sempre recolher os dejetos da obra.

“O condômino também tem de comunicar, expressamente, o síndico e a administradora sobre as obras ou melhorias a serem realizadas e, se for o caso, enviar projeto devidamente acompanhado pela Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do engenheiro responsável. Jamais o condômino pode iniciar ou programar os serviços sem o consentimento expresso do representante do condomínio”, afirma.

Depois de autorizada a obra, o morador tem de cadastrar, previamente na portaria, todos aqueles que irão trabalhar no local para evitar o acesso de pessoas não autorizadas e colocar em risco a segurança dos outros moradores. Mazuchi explica que, quando se contrata um serviço terceirizado, o morador também tem de repassar à administração os dados da empresa contratada. Já que estranhos frequentarão o condomínio/prédio.

Outro cuidado é quanto à estrutura, que não pode ser modificada ou prejudicada pela obra, principalmente em casos de apartamento. Caso o morador não siga os horários permitidos para a execução das obras, por exemplo, são aplicadas as sanções legais previstas na convenção condominial ou no regulamento interno, que, entre as sanções, pode ter advertência, notificação e multa. Se não resolver, a pessoa pode até responder civilmente.

Mazuchi lembra que, em condomínio, a regra básica de boa vizinhança é a tolerância, o respeito, os bons costumes e a cordialidade.

Ele diz que, dessa forma, é possível evitar qualquer tipo de animosidade e desavença, mas, quando a briga é inevitável, o papel do síndico é ouvir as partes e se reportar à administradora, que o orientará sobre as medidas a serem tomadas contra a parte infratora, se for o caso.

“O síndico é o representante legal, eleito pela coletividade, para fazer cumprir as regras estabelecidas e convencionadas”, ressalta. Mazuchi afirma que os responsáveis pela edificação também devem ser comunicados para garantir que nenhuma ação prejudique a estrutura do prédio.

Outra funcão do síndico ao constatar alguma irregularidade na obra é alertar o morador, mas, se ele não corresponder ao alerta, o síndico pode mandar fazer o reparo e depois acioná-lo judicialmente, caso não tenham resolvido a questão sem chegar a este extremo. O diretor do Secovi lembra que o cumprimento das regras para reformas de unidades autônomas (apartamentos) depende da rigidez como o condomínio trata. Normalmente, a fiscalização começa dentro do próprio condomínio, mas, conforme a situação, o próprio condomínio aciona o poder publico.

O que fazer antes de começar a reforma

  • Comunicar o síndico;
  • Seguir normas do regimento interno;
  • Procurar profissionais qualificados;
  • Contratar um engenheiro ou arquiteto para projetar e/ou executar a obra;
  • Ter os dados completos da pessoa ou empresa contratada;
  • Ter cuidado com a parte elétrica e hidráulica;
  • Respeitar os horários e dias da semana para executar as obras.

Fonte: G1