Mantendo as plantas vivas durante as festas de final de ano

Com as festas de final de ano aliadas às férias, muitas pessoas aproveitam para viajar. Mas aí bate uma dúvida: o que fazer com as plantinhas que temos em casa, enquanto viajamos? Falaremos, então, sobre esse assunto, na matéria de hoje. Confira!

Se você não pode ou não quer pedir para parentes e vizinhos cuidarem de suas plantas enquanto você estiver fora, preste atenção nas dicas que daremos a seguir. Mas vale ressaltar que, quando o período de ausência é grande, é, sim, necessário contar com a ajuda de alguém.

Veja truques e dicas para manter as plantas úmidas por mais tempo:

Cobertura vegetal

A maior parte da água que a planta recebe é usada para que ela não superaqueça, mantendo o controle de sua temperatura. Sendo assim, coloque uma camada de cobertura vegetal na superfície do vaso, evitando a perda de água e garantindo que os nutrientes que a planta precisa para sobreviver estejam disponíveis para ela por mais tempo. Além disso, essa atitude também evita a proliferação de pragas. As principais coberturas vegetais são:

– Casca de pinus;

– Cavaco de madeira;

– Musgo desidratado;

– Fibra de coco;

– Aparas de grama;

– Palha de arroz carbonizado;

– Pedaços de troncos picadinhos;

– Sementes, em geral;

– Folhas de bananeira;

– Palhas, em geral.

Pedrinhas decorativas

Elas ajudam a evitar que a terra perca água por evaporação, mas não contribuem, em nada, com a questão nutricional das plantas. Protegem, basicamente, a planta do sol.

Camada

Independente da cobertura que você escolher, coloque uma camada farta no vaso. Não economize na camada, para que a proteção seja eficiente!

Adubo

Uma planta adubada sempre segura mais água do que uma não adubada. Por isso, sempre adube suas plantas. Isso garante a renovação de nutrientes que a planta necessita para que cresça saudável, além de manter sua umidade.

Juntinho

Mantenha os vasos de plantas próximos uns dos outros, num único lugar, criando uma massa de vapor que protegerá contra a desidratação.

E então, o que você achou das informações e sugestões que trouxemos? Esperamos que tenha gostado e que as coloque em prática, protegendo suas plantas durante os dias que você estiver longe delas. Lembrando que quando os dias de afastamento forem muitos, elas precisam de um cuidado especial. #FicaADica

 

10 Dicas para o jardim vertical mais lindo do mundo

Quando o assunto é decoração estamos sempre buscando novidade. E tem uma que está super em alta no mundo da jardinagem e paisagismo: o jardim vertical. Você conhece? São aquelas paredes verdinhas, cheias de plantas de todos os tipos! Pode ser jardim, pode ser horta ou até pomar. Tudo depende do espaço que você tem, da iluminação disponível e da sua disposição.

E sabe do que mais? Além de darem um bocadinho de vida às paredes, o jardim vertical colabora na diminuição dos efeitos da emissão de carbono e diminuem a temperatura do ambiente através do controle da energia solar. Demais, né? Então bora anotar as dicas e começar a pensar no seu. 😉

1. Antes de mais nada, pense no valor que você tem disponível para investir.
Encontrar um jardim que encaixe no seu orçamento é importante para poder mantê-lo lindo depois. Os mais caros são aqueles que possuem estruturas e sistemas de irrigação, por exemplo.

2. Pense bem também no local onde seu jardim irá ficar.
Observe se a parede suporta o peso, se existe risco de infiltração e qual é o material ideal, considerando a umidade e a quantidade de sol.

3. Na hora de escolher as plantas, veja se elas viverão bem no ambiente onde serão colocadas.
Plantas com raízes densas, por exemplo, descarte! Prefira plantas pendentes e trepadeiras e abuse na mistura de tons, cores e texturas.

4. Atente à irrigação.
Plantas em recipientes pequenos, com pouca quantidade de terra e que tomam bastante sol, precisam de mais água. O ideal é manter um sistema de irrigação fixo, mas um simples lembrete no celular para ajudar a lembrar a hora da rega já ajuda.

5. O solo das suas plantinhas deve ser leve e permeável.
A argila expandida é uma opção perfeita para ajudar na drenagem.

6. Lembre-se de adubar!
Como os potes são pequenos, a adubação deve ser mais constante, assim como a irrigação. Você pode usar adubação pulverizada, que é a ideal, ou adicionar os produtinhos na água, caso você opte por um sistema de irrigação fixo.

7. A manutenção varia de acordo com as plantas que você escolher
Se você busca uma opção mais prática, com poucos cuidados, as suculentas e cactos podem ser perfeitos para você.

8. Se você quer plantinhas que adoram o sol…
Opte por temperos como alecrim, manjericão, pimenta e sálvia, além de suculentas de todos os tipos.

9. Prefere plantinhas pendentes que também amem o sol?
Vá de aspargo-pendente, gota-de-orvalho, trapoeraba-roxa, rosário, barléria e barba-de-serpente.

10. Já no segmento de plantas pendentes que preferem meia sombra…
Dinheiro-em-penca, peperômia, dicondra, samambaia-americana, hera-inglesa, peixinho e flor-batom.

Fonte: Blog da Imaginarium

Conheça 9 plantas que atuam como repelentes naturais

Hortelã, alecrim e poejo estão na lista. Confira dicas para cultivar essas e outras ervas

O Ministério da Saúde divulgou que no País, existem mais de 500 casos de febre amarela. Alguns ainda estão sob investigação. Até o momento, o Estado mais afetado é Minas Gerais, seguido por Espírito Santo, Bahia e São Paulo.

Existem dois tipos de febre amarela, a urbana e a silvestre. O vírus de ambas é exatamente o mesmo. Dessa forma, sinais sintomas e evolução da doença acontecem da mesma forma. A grande diferença entre elas é que a silvestre é transmitida pelos mosquitos Haemagogus e o Sabethes, ambos vivem nas regiões de matas e beiras de rios. Já a febre amarela urbana é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, o mesmo que transmite a dengue, zika e chikungunya.

Uma dica simples e pouco comentada pode inibir a presença desses bichos pela residência. O cultivo de certas plantas repelentes pode não só deixar a casa mais charmosa, mas criar uma barreira contra os insetos.

São elas: arruda, jasmim, lavanda, hortelã, alecrim, citronela, poejo, capim-limão e erva-cidreira.

De acordo com professor de paisagismo do Senac, Anselmo Augusto de Castro, geralmente as plantas aromáticas cumprem este papel, pois possuem óleos essenciais que na natureza têm o papel de repelir o ataque de pragas.

Como cultivar repelente natural

“Ervas como estas gostam de pleno sol, ou seja, não é recomendável cultivá-las dentro de casa. Uma forma de obter seus benefícios é plantá-las em canteiros ou jardineiras próximo aos acessos, como portas e janelas”, aconselha o especialista.

Ele reforça que é necessário plantar mais de uma muda, isto é, um conjunto ou maciço, para que determinada espécie cumpra o papel de repelente.

A boa notícia é a de que algumas destas plantas, como o alecrim e a lavanda, sobrevivem bem à atual temperatura. “Mas mesmo assim não podemos esquecer de irrigá-las, porém menos que as outras”, diz o professor.

“O plantio do alecrim e da lavanda pode ser realizado em um solo mais arenoso ou com calcário. Para as demais, Anselmo recomenda um solo rico em húmus ou composto orgânico (terra preta), além de irrigação frequente.

Fonte: Revista Zap

7 dicas de economia de água para condomínios

A escassez de água é um assunto que vem sendo cada vez mais discutido e, por isso, toda forma de economia é muito bem-vinda.

Confira nossas dicas para diminuir o consumo e evitar o desperdício nas áreas comuns e nos apartamentos.

1- Não deixe a piscina descoberta! Com a cobertura, a evaporação é reduzida em até 90%, chegando a uma economia de até cerca de 380 litros de água por mês.

2-  Regar as plantas com o regador ou uma mangueira com esguicho-revólver evita a evaporação e economiza até 96 litros.

3- Não deixe de verificar se existe vazamentos em casa. É importante que uma inspeção seja feita periodicamente, pois, assim, as contas podem diminuir em até 20%.

4- Usar a vassoura para varrer a calçada, e não a mangueira. Essa simples medida pode gerar uma economia de quase 280 litros a cada 15 minutos.

5- Individualize a água! Faça uma cotação para ver em quanto fica a instalação de hidrômetros individuais: pode ficar caro por unidade, mas, a longo prazo, vale a pena, já que cada morador pagará apenas pelo que consumir.

6- Se o seu prédio é antigo, vale trocar os vasos das áreas comuns e das unidades: os modelos com caixa acoplada reduzem o volume de 24 para 6 litros por descarga.

7- Incentive os moradores a economizar água através de campanhas com cartazes nas áreas comuns e comunicados internos, dando dicas de como evitar o desperdício.

Esperamos que, com essas dicas, a economia de água se torne ainda mais fácil de ser colocada em prática, trazendo vantagens para a natureza e, claro, para o bolso.