As novas regras do crédito imobiliário

As decisões do Banco Central (BC) sobre o crédito imobiliário incluídas na Resolução 4.676 do Conselho Monetário Nacional (CMN) alteram significativamente as normas do setor. Além de elevar o montante e melhorar as condições da oferta de recursos para a habitação, é ampliada a liberdade de contratação e fortalecido o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). O BC afirmou, em nota, que “busca estimular o desenvolvimento de novas estruturas de captação, flexibilizar as condições de contratação, incentivar operações com imóveis de menor valor e simplificar e aumentar a efetividade do direcionamento dos recursos da poupança”.

A partir de 1.º de janeiro de 2019, passará de R$ 900 mil para R$ 1,5 milhão o teto máximo de operações do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), com ou sem o uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Isso ampliará a oferta de crédito para as classes média e média alta, favorecendo imóveis na planta, em construção ou novos. As faixas de renda mais baixa também disporão de recursos adicionais, pois os bancos receberão estímulos para conceder financiamentos pelo SFH para unidades de até R$ 500 mil.

A Resolução 4.676 permite livre pactuação de taxas, mas o custo máximo de operações do SFH continuará sendo de 12% ao ano. Hoje é de 8% a 10% ao ano. “As condições de mercado sugerem que não haverá alta nos juros”, disse o diretor de Regulação do BC, Otávio Damaso. Em especial, as regras fortalecem a Lei 13.097/2015, que criou a Letra Imobiliária Garantida (LIG), um instrumento promissor para a concessão de financiamentos imobiliários pelos bancos.

Haverá, segundo o BC, aumento da parcela dos recursos dos depósitos de poupança destinada à aquisição, construção, reforma e ampliação de imóveis residenciais. Damaso estima que R$ 80 bilhões adicionais serão destinados ao crédito habitacional.

A amplitude das mudanças levou o BC a estabelecer o prazo de cinco meses para que as regras entrem em vigor. Além da liberdade de contratação, haverá estímulos ao desenvolvimento do mercado de securitização de ativos imobiliários e diminuição do peso do crédito direcionado.

O momento de baixa atividade do mercado de imóveis parece ser oportuno para as mudanças. Com superoferta de recursos, a competição deverá crescer e inibir a alta de custos.

Fonte: CIPA

Precauções que devemos ter ao adquirir um imóvel

Quando se decide comprar um imóvel, seja para morar ou como forma de investimento, algumas precauções são necessárias, garantindo que todo o processo e a aquisição ocorram da melhor forma. Por se tratar de uma quantia alta e muito importante, resolvemos abordar esse tema no post de hoje.

Para que tudo ocorra da melhor maneira, deve-se contar com o auxílio e acompanhamento de um corretor de imóveis, já que ele é o único profissional verdadeiramente qualificado para garantir a segurança nas transações imobiliárias, além de ajudar na negociação.

Esse profissional saberá te orientar a respeito de alguns pontos importantes, como:

  • Todos os documentos necessários para a transação;
  • Exigências para a contratação de um financiamento;
  • Informações sobre a região, o bairro e a infraestrutura da vizinhança;
  • Verificação da regularização dos imóveis;
  • Averiguação de eventuais débitos, como impostos, taxas ou condomínios;
  • Verificação da incidência, sobre o imóvel, de algum ônus, como hipoteca ou penhora;

Em se tratando de um imóvel usado, a atenção deve ser ainda maior, já que é preciso verificar todos os documentos relativos à propriedade, como, por exemplo:

  • Matrícula atualizada;
  • Certidão atualizada do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano);
  • Certidão negativa de débitos condominiais;
  • Serviços básicos, checando a quitação de débitos com as concessionárias de água, luz, gás e esgoto;
  • Pesquisas em entes públicos, verificando se o imóvel não está declarado como de utilidade pública.

Todas essas atitudes são de extrema importância e responsabilidade e, exatamente por isso, precisam ser feitas e/ou acompanhadas por um profissional qualificado a fazê-las. Por isso, antes de adquirir um imóvel, pense nessas considerações e contrate um corretor de confiança. #FicaADica

Como diminuir riscos durante uma obra

A maioria das pessoas já passou ou vai passar por alguma reforma em sua casa ou apartamento. Porém, alguns cuidados são essenciais nesse momento. No post de hoje, falaremos sobre como diminuir riscos durante a obra. Continue lendo e confira nossas dicas, a seguir.

Partes estruturais da casa
Apenas um profissional da área (engenheiro ou arquiteto) pode afirmar se um elemento de sustentação (vigas, pilares e lajes) ou uma simples parede podem ser quebrados, de forma que não comprometa a estrutura e a segurança do imóvel. O especialista também poderá surgir com outras soluções para casos mais específicos. As consequências de uma atitude errada podem ser trincas, rachaduras e, no pior dos casos, um desabamento, que pode ser bem grave.

Acréscimo de cargas
Se você está pensando em adicionar outra ou mudar a caixa d’água, colocar uma banheira ou ofurô, nivelar pisos, entre diversas outras atitudes… Cuidado! As estruturas existentes foram planejadas para sustentar os pesos existentes. Ou seja, se você quer colocar mais peso nela, é necessário verificar se a estrutura suportará o peso à mais. Novamente, apenas um profissional pode atestar isso.

Impermeabilização
Se feita de forma errada, pode acabar gerando, entre outros problemas, infiltração nas paredes e tetos, comprometendo, inclusive, a estrutura da casa. Por isso, fazer uma correta impermeabilização em todas as partes da casa que podem entrar em contato com o solo e/ou a água (como fundação, lajes, contrapisos etc.) é essencial. E o momento ideal para isso é durante as reformas, já que os reparos de impermeabilização são bem mais caros e complicados de serem feitos.

Materiais adequados
É importante seguir o que foi especificado no projeto, comprando materiais adequados e indicados por profissionais, evitando acidentes, bem como outros problemas (como os estruturais). Para economizar, realize pesquisas em diversas lojas e, caso queira optar por materiais mais baratos, peça a opinião de um profissional, que te dará opções. Qualidade é fundamental!

E então, o que achou de nossas sugestões?! Esperamos que tenhamos te ajudado a garantir uma obra mais segura, que não comprometa nem sua casa, nem seu orçamento, e nem te faça perder tempo com reparos futuros. Tem mais dicas sobre o assunto?! Compartilhe com a gente! ☺

Cinco dicas de home staging para vender mais rápido seu imóvel

Se você tem pressa em vender seu imóvel precisa conhecer a técnica do home staging! Calma, o nome até pode ser difícil, mas é bem fácil de ser desenvolvida. No live que apresentamos no canal do ZAP em Casa no Facebook a especialista em home staging Susana Damy, do site Staging Casa, falou um pouco mais sobre o assunto e deu dicas valiosas para vender seu imóvel rapidamente.

De acordo com Susana, o home staging já é muito utilizado lá fora e nada mais é do que um marketing para o seu imóvel, ou seja, a sua casa vira uma vitrine de loja que chama a atenção dos compradores. Isso mesmo, você vai deixar sua casa mais agradável e atraente. Com isso, o tempo de venda é cerca de 50% mais rápido, e a valorização do imóvel pode chegar até 15% do valor real.

Para ajudar a deixar a sua casa com ar de quero no seu comprador, Susana separou 5 dicas para você usar na sala da sua casa.

Afinal, é na sala que a gente recebe as pessoas, e a expressão “a primeira impressão que fica” é verdadeira quando se trata de um imóvel a venda. Você sabia que são necessários apenas 30 a 90 segundos para uma pessoa gostar ou não da sua casa?

1 – Organização

Você já se imaginou vivendo em uma casa com a bagunça de uma outra pessoa? Difícil, né? Então trate de sumir com a sua bagunça, mas não vale entulhar no armário do quarto.

Se você tem filhos pequenos, nada de brinquedos espalhados pelo chão quando o fotógrafo for fazer a produção do seu imóvel. E muito menos no dia de visita, você não quer o seu comprador tropeçando em brinquedos com você atrás se desculpando pela bagunça.

Fique atento aos armários, pois o comprador pode querer dar aquela olhadinha para ver o espaço, e não vai ficar nem um pouco feliz em ver uma montanha de bagunça caindo sobre ele.

2 – Despersonalize sua casa

Despersonalizar consiste em retirar fotos e objetos de uso pessoal do alcance dos olhos dos compradores, que conseguem visualizar melhor a sua casa, sem obstáculos como porta-retratos, pôsteres, quadros demais espalhados pela sala e objetos pessoais.

Objetos pessoais, por incrível que pareça, desviam a atenção do comprador em relação ao imóvel. E além do mais, retirar as fotos da sua família protege a sua privacidade e a de todos da sua casa.

3 – Espelho

Espelhos são super bem-vindos para compor o staging em salas de estar. Eles ampliam e iluminam o ambiente quando colocados na posição correta.

4 – Iluminação

É um fator importante. Mesmo que você tenha cortinas pela casa é necessário deixar a janela aberta, para que a iluminação natural entre, mesmo que a vista não seja a mais incrível.

Além da iluminação natural você não pode esquecer da Iluminação artificial que dá um clima acolhedor.

Lâmpadas brancas, conhecidas como frias, são duras ao olhar e transmitem ZERO sensação de conforto. Já as lâmpadas de cor amarela, quentes, dão um ar acolhedor em ambientes, fator importante para imóveis que estão à venda. Colocar abajur em cantos aumenta sensação de espaço. Ah, e durante as visitas acenda as luzes, mesmo durante o dia.

5 – Cheirinho de bolo

Pode parecer bobagem, mas uma dica bacana é deixar aquele “cheirinho de bolo” pela casa.

Cerca de uns 15 minutos antes do comprador chegar, coloque um bolo no forno para que o cheiro entre em todo o imóvel. Assim, quando ele pensar na sua casa, terá a lembrança de um lar e que foi bem acolhido.

Outro ponto é deixar garrafinhas com água e balinhas para o cliente durante a visita.

Fonte: Revista ZAP Imóveis