Conta Bancária do Condomínio: O que os condôminos precisam saber?

Como abrir uma conta bancária para o condomínio?

Para iniciar o processo de abertura de conta são necessários alguns documentos básicos, que devem ser levados até a instituição bancária de preferência, tais como:

  • Cartão do CNPJ;
  • Ata de eleição registrada em cartório;
  • Convenção do condomínio e estatuto social, também registrados em cartório;
  • Dados do(s) responsáveis legais, incluindo CPF, documento de identificação com foto e comprovante de residência.

Quem é o responsável?

A conta deverá ser aberta em nome do condomínio e, assim como outras empresas, o representante legal será o responsável por sua administração e movimentação. No entanto, os poderes de movimentação podem ser restritos pela Assembleia de condôminos se utilizando de uma ata de reunião, com isso é possível restringir as movimentações, ou mesmo conferir poder a uma administradora.
Além disso, é possível determinar que todas as movimentações e ações bancárias só possam ser concluídas com a assinatura de todos os envolvidos. Um ponto importante é que, após o vencimento do mandato, o antigo síndico perde o poder de movimentar a conta e todos os cheques são devolvidos.

Mas é válido lembrar que as transações por internet banking ainda poderão ser realizadas, mesmo que o mandato esteja vencido. Por essas razões é importante regularizar a situação, antes que um novo mandato inicie.

Como manter a transparência para os condôminos?

Construir e manter uma gestão transparente envolve muitos fatores, mas quando falamos em gestão financeira, é preciso ainda mais organização e atenção aos detalhes.
Antes de qualquer coisa, lembre-se que o dinheiro administrado pelo síndico não pertence a ele, por isso cada centavo deve ser contabilizado e entrar na prestação de contas aos condôminos.

Durante as prestações de contas devem ser apresentados o fluxo de caixa, o balanço mensal, os orçamentos para obras e melhorias, além de todas as notas fiscais arquivadas e nomeadas corretamente.

Em relação à conta bancária, é necessário manter relatórios atualizados e emitir extratos mensais completos para que sejam apresentados nas assembleias e reuniões de condomínio. Apresente as formas de investimento do dinheiro recebido das taxas condominiais.

 

Fonte: Condo Brasil

Quando é necessário declarar um imóvel no Imposto de Renda?

Declarar um imóvel no Imposto de Renda é uma questão que surge entre os contribuintes, tendo em vista que existem algumas regras para declarar esse bem no imposto de renda. Qualquer tipo de imóvel, independentemente do seu valor, deve inserido no relatório. Muitas pessoas acham que, não é necessário inserir os imóveis e assim o valor do imposto será menor, mas isso não é assim.

 

O valor gasto com construções, manutenções e reformas, deve ser acrescentado ao preço do imóvel. E esse cálculo é feito baseado em notas fiscais e recibos resultantes dos gastos. Mas, a valorização do mercado imobiliário não pode servir para elevar o preço do bem.

Quando o imóvel é vendido, a prestação de contas possui algumas peculiaridades, por exemplo como o imposto deve ser recolhido durante o seguinte mês ao recebimento do valor, através do Programa de Apuração de Ganhos de Capital, o GCAP. Esse recebimento de capital é a diferença entre o valor declarado nos anos seguintes e o valor de venda, que se torna sujeito a tributação de 15%. Os financiamentos também possuem peculiaridades, e precisam ser considerados como uma dívida, o valor valor pago ao longo do ano para as construtoras e incorporadoras precisam ser atualizados na declaração. Não é necessário declarar o quanto falta para a quitação ou não. Imóveis adquiridos por meio de doações e herança só podem ser inseridos após a publicação do inventário.

Isenções

 

O contribuinte que vender um imóvel e comprar outro com o valor recebido em até 180 dias ficará isento. Para conseguir a isenção, é só fazer o informar as quantias recebidas e investidas na compra do novo apartamento, além de declarar o CPF ou CNPJ dos outros envolvidos nas transações.

IPTU sobe 87% em prédio da Zona Oeste do RJ

Aumento de 87% do imposto choca moradores de prédio no RJ

Segunda parcela da revisão do imposto tem revoltado moradores. Impugnação deve ser pedida até 8 de março.

Moradores do Condomínio Ponto Nobre Residencial Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, reclamam de aumento de 87% no IPTU 2019 e vão contestar o valor na prefeitura.

Em 2018, os donos dos 84 apartamentos tiveram que desembolsar R$ 347,82. Em 2019, o IPTU subiu para R$ 650,07. Eles afirmam que já esperavam um aumento, mas não tão alto, e sustentam que não viram melhorias no bairro.

O síndico Marcelo Mendes conta que em 2018 procurou revisar o valor. “Disseram que a prefeitura tinha feito melhorias no bairro. Óbvio que não houve”, afirma.

IPTU remodelado

Neste ano, o contribuinte carioca está arcando com a segunda parcela da correção do IPTU. Em 2018, a prefeitura mexeu na planta genérica do Município do Rio, que regula os valores do imposto e estava desatualizada havia 20 anos. Os valores cobrados no ano passado corresponderam à metade do reajuste previsto. A outra parte está sendo cobrada neste ano.

Com as alterações das regras a partir da correção da planta genérica, o IPTU passou a ser cobrado de aproximadamente 60% dos quase 2 milhões de imóveis do Rio (cerca de 1,050 milhão). Até 2017, o imposto era cobrado de somente 760 mil imóveis (40% do total). Cerca de 250 mil contribuintes pagavam apenas a taxa de coleta de lixo.

Como fazer

Se o contribuinte não concordar com o valor venal – base estipulada pela prefeitura para calcular o imposto, poderá abrir um processo de impugnação até 8 de março em um dos postos de atendimento do IPTU. Os formulários estão disponíveis na página da Secretaria Municipal de Fazenda.

Já para correção de dados cadastrais, como área construída, idade de construção ou posição, o procedimento é outro, também em um dos postos de atendimento do IPTU. A documentação também está na página da secretaria.

Endereços

Secretaria Municipal de Fazenda (Cidade Nova)

  • Rua Afonso Cavalcanti 455, Anexo
  • Das 9h às 16h

Tijuca

  • Rua Desembargador Isidro 41
  • De segunda a sexta, das 9h às 17h

BarraShopping

  • Av. das Américas 4.666, 3º Piso, ao lado do Centro Médico
  • De segunda a sexta, das 10h às 20h; sábados, das 10h às 16h

Center Shopping (Freguesia)

  • Rua Geremário Dantas 404, Piso G2, Lojas 501 e 502
  • De segunda a sexta, das 10h às 20h; sábados, das 10h às 16h

West Shopping (Campo Grande)

  • Estrada do Mendanha 555, Loja 282
  • De segunda a sexta, das 10h às 20h; sábados, das 10h às 16h

RioSul Shopping (Botafogo)

  • Rua Lauro Müller 116, Estacionamento G4, Setor Amarelo
  • De segunda a sexta, das 10h às 20h; sábados, das 10h às 16h

NorteShopping (Cachambi)

  • Avenida Dom Helder Câmara 5474, Loja 3021, Cobertura, Vida Center
  • De segunda a sexta, das 10h às 20h, sábados, das 10h às 16h

 

 

Fonte: g1.globo.com

Imposto de renda sobre venda de imóvel

Declarar o IR quando se vende um imóvel é imprescindível, pois se não o fizer, você terá que pagar multas. Para declarar, o vencimento da Pessoa Física – IRPF é até as 23 horas e 59 minutos do dia 28 de abril de 2019, e quem possuir ganho de capital ao vender seu imóvel ou escolher a isenção do imposto é necessário cumprir esse procedimento.

Esse post irá esclarecer detalhadamente aquilo que você precisa conhecer para declarar o IR ao vender um imóvel. Preparamos todos os documentos que devem ser preenchido.

Papelada indispensável

Inicialmente, é necessário baixar dois programas: o Programa Ganhos de Capital – GACP é o primário, pois ajuda à preencher o IR e demanda informações a respeito da transferência, averiguando os ganhos e produzindo fichas de forma automática.

O programa oficial da Declaração do Imposto de Renda para Pessoa Física – DIRF é o secundário à ser preenchido.

É bem breve a listagem dos documentos e é necessário que eles comprovem que a ação foi efetuada de forma lícita. Isto é, as exigências jurídicas devem ser completadas e as informações das partes devem ser disponibilizados.

É relevante conservar a papelada por um período de 5 anos logo após a efetivação da operação comercial, pois o Fisco examina se a prática é válida.

A documentação essencial para aqueles que vendem o imóvel são:

  •  com a finalidade de tornar legítima a operação comercial, é fundamental obter a escritura de compra e venda de imóvel que é adquirida no cartório de notas em que foi efetuada a negociação;
  •  quando o operação é realizada através de um contrato particular entre as partes em um cartório é fundamental ter o documento de compromisso de compra e venda de imóvel;
  •  se o banco proporcionar o montante deve se ter o contrato de financiamento;
  •  quando realiza-se a transação, as partes recebem extratos ou recibos que confirma o pagamento do dinheiro. Logo, os documentos necessários são comprovantes de recebimentos;

 Abas a serem preenchidas

Quando se realiza o GACP, há várias abas com terminologias diversas que devem ser completadas de forma correta.

Conheça de maneira minuciosa todas as abas:

Aba de identificação

Possui a finalidade de reconhecer o imóvel e os dados nele englobados que são:

  •  especificações;
  •  endereço completo;
  •  natureza da operação (caso realizou uma venda ou um compromisso de compra e venda);
  •  data da aquisição pelo comprador;
  •  data de alienação;
  •  montante da transação que é necessário ser expressado em reais e integral, mesmo que o pagamento seja em parcelas.

A alienação deve ser notificada se ela foi paga a prazo, à vista ou à prestação, pois o pagamento influência na averiguação minuciosa de ganho de capital e na taxação.

Aba de adquirentes

Essa é mais fácil, pois é necessário só mostrar o nome do(s) comprador(es) e CPF(s)  e se for pessoa jurídica, sua razão social e CNPJ.

Aba de apuração do custo

Nessa aba se deve informar o montante resultante da corretagem paga e igualmente, é necessário indicar as repercussões do custo da compra, como mês, ano e montante pago para raforma, ampliação, financiamento, ITBI, dentre outras informações.

Aba do cálculo do imposto

Aquele que vende tem a possibilidade de pagar até 15% de IR em cima do lucro de capital concernente à venda. Entretanto, há situações em que pode isentar essa taxa:

  • quando a pessoa adquirir um diferente imóvel no prazo de 180 dias;
  • quando seu único imóvel residencial for vendido por até R$ 440 mil e não pode ter vendido, nos últimos cinco anos, imóveis.

É fundamental informar as informações obrigatórias a fim de que o cálculo possa ser realizada de forma automática. Elas consistem em:

  •  montantes recebidos nos anos anteriores;
  •  quando a última prestação da venda acontecerá ainda neste ano;
  • os valores lucrados durante no decorrer do ano e os tributos pagos durante a apuração;

Aba de consolidação

De maneira automática, a plataforma elaborará uma síntese que investiga a veracidade do lucro total de dinheiro e rendimentos. Consequentemente, gerados serão as fichas de “Rendimentos Tributados Exclusivamente na Fonte” e “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

Concluindo, é imprescindível transferir as informações ao clicar em “exportar para IRPF 2019” e assim, os ganhos, de forma automática, serão completados.

 

Fonte: Benvenuto

Certificação digital para condomínios: tudo o que você precisa saber

Apesar de ser obrigatório desde junho de 2013, a certificação digital ainda é um tema que muitos síndicos não dominam. Muitos profissionais têm dúvidas sobre como utilizar certificado digital na administração de condomínios.

Pensando nisso, reunimos todas as informações relevantes sobre certificação digital para condomínios em uma só publicação. A seguir, descubra tudo o que você precisa saber sobre este tópico:

O que é certificação digital para condomínios e para que serve?

A certificação digital é um documento eletrônico utilizado por empresas, condomínios e pessoas físicas com a intenção de comprovar quem está executando uma ação virtual. Para simplificar, podemos dizer que o certificado digital é uma espécie de carteira de identidade eletrônica, pois possui o mesmo valor que um documento físico.

Imagine a seguinte situação: uma pessoa jurídica precisa realizar ações administrativas de forma virtual, através do computador ou celular: obrigações fiscais, Imposto de Renda, entre outras transações. Como é possível assegurar quem está executando a ação?

Com a certificação eletrônica, pode-se garantir a identidade de uma instituição sem que um representante precise comparecer presencialmente. Assim, há menos burocracia e mais agilidade.

Importância de providenciar a certificação digital

Além de trazer mais praticidade para a gestão, a certificação digital é obrigatória para condomínios. Desde 2012, só é possível acessar o canal “Conectividade Social” da Caixa Econômica Federal com um certificado digital.

Isso significa que só é possível enviar dados previdenciários dos funcionários do condomínio ao governo através da ferramenta. Isso inclui informações sobre o FGTS, INSS, RAIS e demais obrigações trabalhistas.

Se o síndico não providenciar certificação digital para o condomínio, a administração não poderá encaminhar informações exigidas pela Receita Federal, Caixa Econômica Federal e Prefeituras. Logo, o condomínio fica suscetível a multas da Justiça do Trabalho, bem como processos trabalhistas.

Prazo do certificado digital para condomínios

Inicialmente, a data final para adquirir o certificado digital do condomínio era 31 de dezembro de 2011. No entanto, esse prazo foi estendido algumas vezes e 30 de junho de 2013 se tornou a data limite para adequar-se à norma.

Custo para emissão do certificado digital para condomínio

O valor para adquirir um certificado digital é variável, podendo ficar entre R$ 290 a R$ 495. Os preços variam conforme:

  • O prazo de validade da ferramenta, que pode ir de um a três anos;
  • O tipo e formato do certificado, podendo ser cartão inteligente, cartão inteligente + leitora ou token USB.

O cartão inteligente é indicado para condomínios que possuem assessoria administrativa, como uma administradora ou administrador independente. Já se a gestão fica por conta do síndico, é recomendável optar por cartão inteligente + leitora ou token USB (um aparelho semelhante a um pen drive).

Como obter certificado digital?

como obter certificação digital

Agora que você já sabe o que é certificação digital para condomínios, vamos passar para a parte prática: como fazer certificação digital para condomínio? Para isso, é necessário realizar uma série de trâmites.

Primeiro, o síndico do condomínio deve entrar em contato com uma Autoridade Certificadora (AC) ou Autoridade de Registro (AR) da região. Essas entidades são autorizadas a emitir certificados digitais e são credenciadas pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), órgão regulador da ferramenta. Você pode conferir a lista das Autoridades Certificadoras no site do ITI. A relação inclui entidades como Caixa Econômica Federal, SERPRO, Certisign, entre outros.

Em seguida, deve-se reunir toda a documentação exigida. Por fim, o síndico deve comparecer pessoalmente ao AR e apresentar todos os documentos e realizar a expedição da assinatura eletrônica.

Documentos necessários para certificação digital

Para emitir o certificado digital para condomínio, deve-se apresentar os seguintes documentos:

  • Convenção do condomínio;
  • Cartão de CNPJ do condomínio;
  • Ata de eleição do síndico atual, devidamente registrada e assinada com firma reconhecida;
  • RG e CPF ou CNH do síndico;
  • Comprovante de residência do síndico;
  • Instituição do condomínio, disponível através do cartório de imóveis;
  • Especificação do condomínio, documento feito quando a construtora monta o projeto do empreendimento.

Só é possível emitir o certificado se o cadastro do síndico estiver atualizado no sistema da Receita Federal. Fique atento a essas questões no momento de troca do mandato.

Assinatura eletrônica para certificação digital

A assinatura eletrônica é uma medida necessária para criar a certificação digital do condomínio. Ela é gerada a partir da escrita de uma assinatura na tela de um computador, tablet ou celular. Ela é uma medida necessária para adquirir um certificado para o condomínio.

É comum que as pessoas confundam assinatura eletrônica com assinatura digital. Essa última, é um recurso gerado a partir da certificação digital e é usada para formalizar documentos e pedidos. Ela possui valor jurídico assegurado pela legislação brasileira.

A certificação digital é necessária para todos os condomínios?

certificado digital para condominio

A resposta para essa pergunta é: sim. A certificação digital é obrigatória para todos os condomínios, especialmente os que possuem funcionários contratados. O condomínio só poderá entregar os dados trabalhistas aos órgãos federais com um certificado.

Isso significa que condomínios sem funcionários não precisam de certificação digital?

Não. Mesmo que o condomínio não possua funcionários contratados, é necessário investir em certificação digital. Informações como Imposto de Renda, INSS, RAIS e recibos de pagamento de autônomos (RPAs) só podem ser entregues à Caixa Econômica Federal através do canal de “Conectividade Social”. E, como explicamos anteriormente, essa ferramenta só pode ser acessada com um certificado.

Vantagens do certificado digital para condomínio

Alguns dos benefícios de adquirir certificado digital condominial são:

  • Síndico pode assinar documentos de forma remota e mais ágil;
  • Mantém o condomínio em dia com a legislação;
  • Permite cumprir as obrigações fiscais de forma eletrônica, como a declaração de Imposto de Renda online.
  • Facilita a conferência das contribuições previdenciárias dos funcionários;
  • Garante a segurança das informações e transações do condomínio, evitando fraudes;
  • Diminui a quantidade de papel gasto em processos burocráticos.

Como renovar certificado digital para condomínio?

Para renovar o certificado digital do condomínio, é preciso entrar em contato com a Autoridade Certificadora. No geral, é enviado um e-mail para o síndico indicando a necessidade de renovar o documento eletrônico.

A certificação digital deve ser feita toda vez que:

  • Vencer o prazo de validade do certificado;
  • Quando ocorrer troca de síndico ou nova eleição;
  • Caso o certificado seja revogado ou cancelado;
  • Houver alguma mudança em alguma informação contida no certificado.

Na carreira de síndico, ser um bom profissional significa manter-se constantemente atualizado e trabalhar para garantir uma boa administração condominial. E a certificação digital para condomínio faz parte da inovação necessária para fazer um condomínio prosperar!

 

Fonte: TownSq

5 dicas para um anúncio de imóvel perfeito

Não é novidade para ninguém que buscar imóveis na internet se tornou parte do processo de compra de um imóvel. Atualmente, até 60% do processo de decisão é feito online e 88% das pessoas utilizam a internet em sua decisão na busca de um imóvel. Ou seja, pra quem está pensando em vender um imóvel, fazer um anúncio online é indispensável. Mas como fazer para que seu anúncio de destaque em meio a tantos outros, e prenda a atenção de quem está procurando por um imóvel? Se você está com essa dúvida, esse post irá te ajudar listando os principais fatores que fazem um anúncio de imóvel ser bom.

1 – Fotos

As fotos são uma das partes mais importantes do anúncio! É ela que traz o cliente para seu anúncio o mantêm interessado, ela é responsável por 80% das visualizações de uma página de imóvel na web, e ter fotos de qualidade profissional aumenta em até 2x a chance de se vender um imóvel. Portanto, utilize fotos de qualidade em seu anúncio, organize a casa, arrume a bagunça e coisas pessoais e preste atenção à iluminação!

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2 – Descrição

É importante que você passe ao leitor o máximo de informações possíveis. Muitos usuários desistem de um imóvel na internet quando se deparam com informações escassas, e alguém que está realmente interessado em seu imóvel vai querer levar algum tempo lendo a descrição. Para que seu anúncio não seja mais um ignorado pelos usuários, forneça toda a informação que puder, como IPTU, condomínio, área, número de quartos e banheiros, área de lazer, vagas de garagem, etc. Destaque também possíveis diferenciais do imóvel como varanda espaçosa, ou alguma reforma recente.

3 – Localização

É muito importante informar ao menos a localização aproximada do imóvel, assim o usuário poderá saber se o imóvel se encontra em uma região de seu interesse ou não. Além disso, faça uma descrição informando como é viver na região, as facilidades do local, como por exemplo: padaria e supermercado próximos, farmácias, parques, praças, boa vizinhança, etc. Isso irá ajudar a atrair a atenção e o interesse de um usuário que estiver lendo seu anúncio.

4 – Preço

Quem está vendo um anúncio espera ver o seu preço. Além disso, é importante verificar se seu imóvel está em um preço justo, caso contrário mesmo com o melhor anúncio possível e um imóvel perfeito, será muito difícil vendê-lo.

Vídeos

Vídeos são uma tendência cada vez maior em anúncios de imóveis, e assim como as fotos, ajudam a manter a atenção e interesse do usuário em seu anúncio. Isso porque os vídeos são uma excelente forma de apresentar o espaço do seu imóvel, mas assim como as fotos é preciso atenção para fazer um vídeo de qualidade. A utilização de vídeos em anúncio é muito comum no exterior, principalmente em residências de luxo.

5 – Documentação

É importante ter a documentação do imóvel em mãos quando for fazer um anúncio. Isso irá evitar possíveis perdas de negociação devido ao prazo que se leva para obter todos os documentos. Alias, informe que possui a documentação em dia no seu anúncio! Isso poderá atrair vários possíveis compradores! Possui dúvidas sobre a documentação?

Com essas 7 dicas você terá um anúncio que com certeza trará resultados. O anúncio com uma maior qualidade e relevância com certeza irá contar mais pontos no poder de decisão do comprador.

Fonte: Benvenuto

7 ideias para agregar valor à sua casa antes de vender

natural que você queira vender sua casa pelo maior preço de venda possível. Porém, existem algumas ideias comprovadas para conseguir agregar valor à sua casa e então elevar seu valor de venda. Todas as dicas que vamos dar neste artigo simplesmente exigem um pouco de planejamento.

1. Arrume o seu jardim

Esta é a primeira parte de sua propriedade que os possíveis compradores verão, logo não vai custar muito para comprar novos solos, arbustos e elementos ornamentais. Mas, pode ser a diferença entre vender sua propriedade rapidamente e suportar meses de estresse. Cuidando do seu jardim você com certeza atrairá mais olhares e então, aumentará as chances de potenciais compradores se interessarem.

2. Menos é mais

Compradores em potencial não poderão imaginar seus próprios móveis e pertences em sua casa se seus bens estiverem espalhados por toda parte. Então, nesse caso, menos é mais. Quanto mais espaços abertos e organizados, melhor será para que seus compradores consigam visualizar sua casa como sendo deles. Além do que, quanto mais espaço vazio tiver, maior é a sensação de amplitude e também gera um conforto visual muito maior do que uma casa bagunçada e cheia de móveis.

3. Use sua caixa de ferramentas

Este é o momento de fazer esses pequenos ajustes que você tem evitado nos últimos anos. Você pode precisar substituir um pouco de argamassa no banheiro, ou a madeira podre em torno de sua casa pode precisar de um pouco de atenção. Veja também o estado de suas luminárias, gabinetes, pias e banheiros, portas de armários e conserte todas as áreas quebradas ou danificadas.

4. Uma nova camada de tinta

Uma das melhorias mais baratas que você pode fazer também tem um dos melhores retornos do seu investimento: pintar o interior de sua casa. Então, a nova pintura ilumina os ambientes, oculta os defeitos visuais e instantaneamente deixa um espaço fresco e limpo.

Inacreditavelmente, a maioria das pessoas não percebe que você acabou de pintar sua propriedade para parecer nova, mas, atenha-se às cores neutras, pois elas podem fazer os espaços parecerem maiores. Então, o seu comprador tem a oportunidade de visualizar sua própria decoração com mais facilidade.

5. Dê uma reforma barata na cozinha

Uma cozinha não é apenas um espaço funcional, muitas vezes é o centro da vida familiar. Então, algumas pequenas mudanças nas superfícies da sua cozinha, armários e torneiras, podem deixar sua cozinha com um visual mais moderno e atraente.

Com uma simples reforma residencial você também pode replanejar sua cozinha e deixá-la mais ampla, unindo por exemplo, o quarto de empregada (que hoje caiu em desuso) com a sua despensa, tornando sua cozinha bem mais funcional e bem distribuída.

 

6. Certifique-se de que seu banheiro esteja impecável

A maioria dos possíveis compradores perdoará um banheiro envelhecido, mas muito poucos perdoarão um sujo. Então, passe algum tempo cuidando de pequenos reparos, mas o mais importante, certifique-se de que tudo esteja limpo.

Se seu orçamento permite investir em um novo vaso sanitário ou pia você poderá  criar uma boa impressão com um gasto relativamente baixo.

7. Selecione uma imobiliária de qualidade

Encontrar a imobiliária perfeita em sua área é fundamental para aumentar suas chances de vender rapidamente e pelo melhor preço possível. Mas, a escolha pode ser um pouco difícil, e há muitos fatores a serem levados em consideração. Por isto, que a imobiliária do futuro se preocupa com essas variáveis, sempre pensando na melhor forma de atender o nosso cliente e entregando especificamente aquilo que você quer.

Se você seguir essas dicas, certamente conseguirá agregar mais valor à sua casa.  Então, lembre-se, o segredo para uma boa apresentação inclui a remoção de qualquer coisa que possa criar dúvidas nas mentes dos possíveis compradores. Invista em criar um cenário para sua casa que ajude os espectadores a se imaginarem vivendo em sua casa com conforto e alegria.

 

Fonte: Benvenuto

Use o ar-condicionado de forma responsável e economize

Entrar em um ambiente fresquinho logo após derreter debaixo de um sol escaldante é uma sensação maravilhosa. No entanto, para que determinado ambiente fique gelado, muitas vezes é preciso recorrer ao ar-condicionado. Apesar de aliviar imediatamente o calor, esse aparelho é um grande vilão do consumo de energia.

Mas calma, não precisa se desesperar! Apesar de o aparelho de ar-condicionado consumir bastante eletricidade, é possível utilizá-lo de forma responsável, aliviando a sensação de calor e impactando um pouco menos no meio ambiente e na conta de energia. Confira abaixo nossas dicas.

Dicas:

  • O ápice do consumo de energia do ar-condicionado se dá no momento em que o aparelho precisa resfriar um ambiente que está muito quente. Portanto, se você for se ausentar do local por um período pequeno, vale mais a pena deixar o ar ligado do que desligá-lo e religá-lo logo depois.
  • Se você utiliza um aparelho com marcador de temperatura, ao ligá-lo, tenha o hábito de ajustá-lo para 23 graus Celsius. Assim, a diferença entre a temperatura interna e a externa será menor e o ar-condicionado gastará menos energia para refrescar o ambiente. Ligar o aparelho e logo colocar em 17 ou 18 graus não é uma boa ideia!
  • Ao comprar um aparelho de ar-condicionado, verifique se ele possui o selo Procel de Economia de Energia. Equipamentos com essa etiqueta, principalmente com o nível de consumo A, gastam menos energia.
  • Procure limpar o filtro a cada 20 dias e, sempre que o aparelho estiver ligado, certifique-se de que portas e janelas estão bem fechadas.
  • Caso o seu aparelho tenha a função Sleep, ative-a! Além de regular a temperatura do ambiente de acordo com o seu corpo, ela ainda ajudará a economizar energia.

Sempre falamos aqui no blog sobre as opções naturais de ventilação. Apesar de funcionarem bem em várias regiões, em algumas cidades, o calor é tanto e a umidade relativa do ar é tão alta que apenas abrir janelas e cortinas não é suficiente para tornar os ambientes mais agradáveis. Portanto, se não tiver jeito, use o ar-condicionado de forma responsável. Ao seguir nossas dicas, você conseguirá se refrescar e ainda economizará na conta no fim do mês!

Compartilhe estas dicas com amigos e vizinhos e ajude a promover o uso responsável do ar-condicionado! 🙂

Fonte: Condomínios Verdes

Qual é mais eficaz: segurança eletrônica ou recursos humanos?

Com o passar do tempo, aprimora-se a tecnologia e, nos condomínios, os recursos e equipamentos de segurança se modernizam. Na matéria de hoje, resolvemos fazer um comparativo entre os sistemas de segurança feitos eletronicamente e os que utilizam recursos humanos. Confira!

As vantagens de utilizar avançadas tecnologias para aumentar a segurança e o conforto dos condôminos são muitas, mas, para facilitar a visualização delas, observemos, a seguir, alguns pontos, contrapondo a mão de obra de profissionais de segurança com os recursos tecnológicos.

  • 24/7

A segurança ideal é aquela que funciona 24 horas por dia, 7 dias da semana, ao longo de todo o ano. Como as pessoas possuem necessidades diversas (como ir ao banheiro e se alimentar, por exemplo), é impossível que elas cumpram esse requisito inicial, independente de sua competência e comprometimento.

Além disso, problemas pessoais e de saúde também interferem, além de algumas distrações, que influenciam o trabalho, como, por exemplo, o uso do celular e conversas paralelas. Tudo isso interfere na qualidade e na eficiência de qualquer sistema que envolva pessoas, o que, em contrapartida, não acontece quando a segurança utiliza a tecnologia.

  • Custos

O custo com mão de obra pode variar um pouco, mas, de qualquer forma, é muito elevado. Além dos salários dos funcionários, é preciso arcar com os encargos trabalhistas, além de outras despesas (vale-transporte, seguros etc.), que chegam a representar cerca de 50% a mais do custo salarial.

Além disso, de acordo com a CLT, cada funcionário só pode cumprir 44 horas semanais em sua atividade. Considerando que uma semana tem 168 horas, seriam necessários, portanto, quatro funcionários para cumprir uma vigilância durante as 24 horas por dia, nos 7 dias da semana. Há, ainda, os feriados, férias e eventuais faltas, que, provavelmente, despertam a necessidade de mais um funcionário. Ou seja: custos elevadíssimos.

Enquanto isso, a implantação de um sistema de segurança eletrônica, apesar de exigir um aporte financeiro inicial significativo, tem custos mensais infinitamente menores e, já em curto prazo, é possível perceber a economia. Essa mesma economia pode, posteriormente, ser revertida em benefícios para os condôminos, podendo gerar, inclusive, a redução da taxa condominial.

  • Estabilidade

Como os sistemas eletrônicos são projetados para funcionar sem falhas, eles têm formas de funcionar, mesmo em situações de emergência. Por exemplo, caso falte energia elétrica, um conjunto de baterias pode entrar em ação, permitindo que todas as funções permaneçam ativas.

Além disso, são realizadas manutenções preventivas, a fim de evitar defeitos e problemas técnicos, e instalados sistemas que podem substituir os principais, sem interrupções, em eventuais falhas dos mesmos, garantindo maior segurança, controle e conforto, e qualidade e eficiência nos processos.

Ou seja, é possível perceber que a tecnologia e seus recursos podem oferecer diversos benefícios, tanto do ponto de vista econômico, como, principalmente, da qualidade e efetividade dos sistemas instaurados. Que tal levar esse assunto para uma reunião no seu condomínio, debatendo-o com seus vizinhos?!

Aprenda dicas para economizar água no verão

Resolvemos trazer, na matéria de hoje, dicas de como economizar água, mesmo no verão – a estação mais quente do ano. Por isso, seja na sua casa, apartamento ou condomínio, fique atento a esses tópicos, e poupe recursos – naturais e financeiros. Veja mais a seguir!

Durante o verão, o consumo de água aumenta, já que as altas temperaturas fazem com que as pessoas gastem mais esse recurso tão precioso. Porém, com consciência e o uso de alguns dispositivos específicos, é possível economizar bastante. Confira nossas sugestões!

  • Torneiras

Faça, periodicamente, a manutenção delas, evitando o desperdício. Aliás, existem torneiras com sistemas antidesperdício que, com arejador, evitam respingos, economizando até 50% de água.

  • Chuveiros

Esse é outro aparelho que gasta muita água. Os modelos mais modernos acompanham redutores de vazão, que ajudam a economizar até 50% de água, além de também economizar energia elétrica. É essencial, também, diminuir o tempo de banho, o que, logicamente, ajuda, e muito, a economizar. Faça um esforço e vá diminuindo seu tempo aos poucos.

  • Lavadora de alta pressão

Ela utiliza até 80% menos água do que uma mangueira, para lavar a mesma área. Por isso, vale muito o investimento. Para a lavagem de carros, essa é a opção mais recomendada, limpando melhor o carro, além de gastar uma quantidade muito menor de água.

  • Lava louças

Essa invenção, se usada corretamente, ajuda muito no consumo de água, gerando uma economia de até 90% quando comparada a uma lavagem manual – além de poupar muito esforço físico. Utilize-a sempre cheia, aproveitando ainda mais e reduzindo o desperdício de recursos.

Lembrando que todas as mudanças só fazem sentido se você e sua relação com os recursos naturais também mudarem. É preciso ter consciência e, assim, lidar melhor com a água, a energia e os demais recursos do planeta, utilizando-os com equilíbrio. #FicaADica