Leis de trânsito dentro de condomínios

Atualmente, a maior parte dos condomínios são verdadeiras cidades, e possuem suas próprias vias de trânsito, mas as mesmas necessitam ter regras, necessitam seguir a legislação de Vias Terrestres e como tal são classificadas conforme o artigo 20 do Código de Trânsito Brasileiro. Caso não siga as regras poderá ser uma multa.

O Código Brasileiro de Trânsito (CBT) é soberano e se aplica a todos os lugares. Se um morador se sentir prejudicado ou vir uma infração, deve chamar a polícia, e não o síndico. Só depois da verificação da autoridade é que podem ser tomadas medidas como uma advertência ou multa por parte do condomínio.

Estacionamento
Segundo o Artigo 181, os veículos não podem ser estacionados a menos de cinco metros do bordo do alinhamento da via transversal. Ou seja, a menos de cinco metros de uma esquina. Também não podem ser parados carros em frente a guias rebaixadas e o estacionamento deve ser no mesmo sentido da circulação da rua.

Placas
Dentro de um condomínio podem ser usadas placas fora dos padrões descritos no CBT, já que trata-se de uma área particular. Desta forma, o condomínio pode contratar fornecedores de acordo com a própria conveniência.

Velocidade
Sobre a velocidade máxima, os limites máximos de velocidade permitido pelo CTB são definidos em função da Classe da Via e são os seguintes:
80 km/h, nas vias de trânsito rápido:
60 km/h quilômetros por hora, nas vias arteriais;
40 km/h, nas vias coletoras;
30 km/h, nas vias locais;
20 km/h, nas vias locais com lombadas;
10 km/h, nas vias particulares.

Visitantes
Quanto a permissão de acesso de visitantes, somente deverá ser permitida se o mesmo apresentar na portaria suas habilitações, pois no caso de passivo dentro de um condomínio, com um motorista desabilitado poderá gerar enormes problemas a gestão .

Apesar desta série de regras, não é raro encontrar, dentro dos condomínios, pessoas cometendo infrações de trânsito, sendo os temas mais comum: menores dirigindo (carros, motocicletas, quadrículos etc.), excesso de velocidade, estacionamento irregular, não uso do cinto de segurança, entre outros. A sensação é de que as leis de trânsito não são aplicadas dentro de um condomínio por ser uma propriedade particular, o que, esclarecemos não ser verdade!

Como atrair mais moradores para a assembleia de condomínio?

As reuniões de condomínio na maioria das vezes são compromissos um pouco rejeitados pelos moradores, a não ser que seja de algum assunto de extremo interesse. Por causa disso, resolvemos dar algumas dicas para atrair de maneira mais eficiente os residentes para as tão rejeitadas assembleias.
É muito importante que durantes essas reuniões estejam presentes o maior número de domiciliados possível. As Assembleias Gerais Ordinárias são as mais importantes, pois nelas são discutidos os temas significativos para o condomínio, como por exemplo: a eleição do síndico, aprovação orçamentária e outras questões.

Cabe ao síndico motivar os residentes a irem nas reuniões, com o intuito de aumentar a participação dos moradores, fazendo assim com que as medidas satisfaçam a maioria. Separamos algumas dicas que podem auxiliar na busca do aumento da participação dos moradores nas assembleias:

1.Faça uma votação para escolher a data e horário da reunião, leve em consideração as agendas dos moradores, escolhendo dia e hora positivos para a maioria.

2. Crie uma pauta com todos os assuntos que deverão ser tratados na reunião. Misturando assuntos mais importantes e mais sérios com outros que atraiam mais o interesse dos residentes com o maior nível de descontração e clareza possível.

3. Coisas com pouca relevância não devem ser discutidas nas reuniões, fazendo com que elas sejam mais curtas, eficientes e menos cansativas.

4. Tente preservar um clima de amizade entre os moradores, pois criando um ambiente amistoso, fica mais fácil contar com a adesão dos moradores nas reuniões.

5.De maneira gentil, tente manter o controle no decorrer da reunião. Peça aos moradores que evitem conversas paralelas e que desliguem os telefones.

 

Com essas considerações, agora você já sabe como fazer uma reunião de condomínio mais atrativa, esperamos ter ajudado a melhor conduzir a questão das assembleias e do nível de participação e envolvimento dos moradores nelas. 😉

 

Construtoras investem em condomínios sustentáveis

Certificações ambientais deixam taxa de condomínio até 20% mais em conta.
Rio – Incentivadas pelos certificados ambientais, documentos concedidos a empreendimentos ecologicamente corretos, a opção das incorporadores por construções sustentáveis aos poucos se torna tendência no mercado imobiliário. Isso porque os condomínios verdes, ou certificados, têm taxas condominiais com desconto de 20% em média.

Na tentativa de atrair cada vez mais clientes com preços mais em conta, as construtoras têm investido nas práticas que possam garantir os selos ambientais Leed, Aqua e DGNB, que chancelam os empreendimentos que consumiram menos matéria-prima na construção. As certificações apontam ainda os condomínios que contribuem para a redução do consumo de água e energia.

Entre as medidas mais aplicadas pelas empresas estão a instalação de sistema de controle de fluxo de água em torneiras, pias e sanitários, além da captação de água da chuva para reutilização. No quesito energia, para atingir padrões consideráveis da economia, as incorporadoras costumam instalar equipamentos de automação, sensores e válvulas que reduzem consumo.

Geraldo Victor, gerente geral de Gestão Condominial da administradora Apsa, explica que a adaptação de um edifício às normas ambientais é um investimento de longo prazo. “Os condôminos dos empreendimentos verdes economizam especialmente nas contas de água e luz. O imóvel ainda é bem valorizado em caso de revenda”, acrescenta.

O vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio (Secovi-Rio), Leonardo Schneider, explica que ainda há muito espaço para os imóveis evoluírem. “Você nota esse crescimento mais em prédios novos e, principalmente, corporativos. Porém, com a crise, creio que as incorporadoras não estão dando a importância que o tema necessita”, opina.

Mercado aposta em residenciais com hortas

Outras formas de incentivo ao verde têm surgido nos empreendimentos, como maior investimento em áreas verdes e até a criação de hortas. O residencial Cenário da Montanha, que está sendo construído em Itaipava, na Região Serrana, terá espaço para cultivo. “Dentro da proposta de sustentabilidade, o empreendimento terá uma grande horta para incentivar os moradores a plantar”, afirma Clara Navarro, gerente de Marketing da Rio Oito.

Outro exemplo de incorporadora que tem investido em certificações ambientais é a construtora Even. “A obtenção dos selos ambientais concretiza a posição que defendemos há anos em prol dos condomínios sustentáveis. Na ponta final, queremos trazer um maior bem estar para o proprietário, que ainda economiza em alguns custos”, explica Bruno Ghiggino, diretor da Even do Rio.

FONTE: O Dia

Saiba como negociar condomínio em atraso para não perder o imóvel

Número de ações na Justiça contra condôminos inadimplentes cresce no Rio. Acordo é a melhor saída.

RIO – Em tempo de desemprego em alta e falta de dinheiro, muita gente não tem conseguido pagar as contas, inclusive o boleto do condomínio. E não quitar essa taxa pode resultar na perda do imóvel. Com o novo Código de Processo Civil (CPC), as cobranças vão parar na Justiça rapidamente. E isso tem impactado no número de ações. De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), houve um salto de 3,59% no primeiro semestre deste ano, com 7.170 ações de inadimplências condominiais. De janeiro a junho, na cidade são 249 ações a mais que em igual período de 2017.

Como a tramitação judicial dessas ações são mais rápidas – cerca de 120 dias -, a saída é negociar para evitar que o imóvel vá à leilão. A melhor alternativa é tentar um acordo e apelar para o bom senso a fim de que tanto o condomínio perca a receita quanto o condômino vá parar em uma lista de devedores e ainda com risco de ficar sem o apartamento em questão.

“O condômino deve buscar o síndico e expor a situação e pedir um prazo maior para pagar a taxa em atraso. Há casos em que é possível parcelar a dívida em cheque ou em cartão de crédito”, alerta Leonardo Schneider, presidente do Secovi-Rio, sindicato da habitação.

Avaliação similar tem o advogado Neviton Daris, especialista em Direito Imobiliário. Segundo ele, o melhor caminho quando há atraso no pagamento das contas é tentar entrar em um acordo sem procedimento judicial.

“Não vale a pena propor ação de até três ou quatro meses de atraso, até porque acabará com acordo em juízo e, acordo por acordo, melhor fazer antes do que ter gastos com custas processuais”, afirma o advogado.

Schneider acrescenta que existem problemas, como desemprego ou de foro familiar que, resolvidos, permitem ao proprietário o pagamento da dívida. Mas ele adverte que quando a inadimplência é constante não há outra solução que não seja a via judicial.

“No novo CPC dívida de condomínio passou a ser título executivo. Por conta disso, o devedor é intimado a pagar em três dias”, complementa Daris.

Caso não ocorra a quitação do débito, o juiz pode determinar a penhora do próprio imóvel em questão. Persistindo a dívida, a unidade pode ser leiloada. “Nesse caso, do valor arrecadado com o leilão é retirado o montante referente à dívida e as custas, o que sobrar é entregue ao proprietário do imóvel”, diz Schneider.

Outros estados

Além do Rio, a inadimplência está em alta em outras estados do país. “E esses números tendem a crescer mais”, alerta Hadan Palasthy, especialista em compra de inadimplência em condomínios da Creditcon.

Levantamento da empresa mostra que a Bahia lidera a lista e apresenta 1.326 casos de inadimplências protocoladas no TJ-BA apenas em junho, mas comparando com o primeiro semestre de 2017, o estado nordestino teve aumento de 12,6% no acumulado de janeiro a junho.

São Paulo fechou o mês de junho com 1.019 ações protocoladas por inadimplência condominial. Quando comparado a maio, o aumento foi de 19,7%. No acumulado de janeiro a junho, a cidade, no entanto, teve redução de 2,9% nas ações protocoladas.

FONTE: O Dia

Atitudes simples tornam um condomínio mais sustentável

Seu condomínio pode ser sustentável, mas, para que um projeto de sustentabilidade dê certo, é preciso planejamento adequado e muito debate. Levar o assunto para as assembleias é fundamental para que os demais condôminos possam opinar e tomar conhecimento do projeto. Sabemos que, durante as reuniões de condomínio, algumas manifestações mais exaltadas são comuns e que sempre haverá divergências. No entanto, focar nos reais benefícios que serão alcançados é uma boa estratégia de convencimento.

A aprovação de medidas mais onerosas, como a implantação de painéis fotovoltaicos para a geração de energia solar, pode demandar mais tempo e gerar mais discussão. De qualquer maneira, algumas atitudes simples costumam ser bem aceitas e já contribuem de forma efetiva para a economia no final do mês. Quer saber como pagar menos na conta de luz? Confira abaixo algumas dicas simples que podem ser implantadas nos condomínios gerando pouco custo – ou custo zero – e muitos benefícios:

Suba 1 e desça 2

O elevador é um dos maiores responsáveis pelo consumo de energia de um prédio, por isso incentive o uso das escadas em vez dos elevadores. Se precisar subir um andar ou descer dois, vá de escada! Dessa forma, os moradores vão praticar um exercício enquanto ajudam a economizar energia.

Dedinhos nervosos

Crianças pequenas adoram apertar botões, não é mesmo? Aquele círculo luminoso que rodeia o número parece atrair os dedinhos nervosos dos pequenos (risos). Por isso, oriente as famílias para que não deixem as crianças apertarem todos os botões do elevador. Além de desperdiçar energia, a manutenção do equipamento é cara.

Pouco movimento

Se o condomínio possui mais de um elevador, desligue um deles quando se sabe que há pouco movimento. Por exemplo: diariamente, no horário das 22h às 6h, e aos domingos e feriados.

Sensores de presença

Além de trocar as lâmpadas das áreas comuns pelas de LED, uma boa dica é instalar sensores de presença nas áreas de livre circulação. Alguns condomínios não têm janelas nas áreas internas e por isso precisam de iluminação artificial durante o dia. No entanto, deixar um local iluminado quando não há ninguém presente significa aumento da conta de luz e desperdício de energia. Atitudes simples, não é mesmo?

Luz natural

Janelas grandes e tetos solares permitem a passagem de luz natural. Dessa forma, ligar o interruptor na presença de luz solar torna-se desnecessário.

Pintura esperta

Quando chegar a hora de retocar a pintura das áreas comuns, prefira as tintas claras, pois elas refletem a luz e ajudam a deixar os ambientes mais iluminados. Ah, não se esqueça de optar pelas tintas à base de água, pois são mais sustentáveis!

Viu como é fácil? Atitudes simples fazem a diferença! Leve essas ideias na próxima reunião de condomínio e ajude a tornar o seu prédio mais sustentável! Seu bolso agradece e o meio ambiente também! 🙂

Fonte: Condomínios verdes

Inspeção predial

A importância da inspeção predial

Em curso promovido recentemente pelo Secovi Londrina, o engenheiro civil Jairo Negro tratou da importância da manutenção e inspeção corretas nos condomínios

Problemas hidráulicos ou elétricos, rachaduras e infiltrações podem atingir todo tipo de condomínio e costumam ser motivo de “dor de cabeça” para síndicos e moradores. Isso pode acarretar problemas financeiros e estruturais, sem falar nos conflitos de relacionamento entre moradores, caso o problema não seja resolvido em tempo.

Em curso promovido recentemente pelo Secovi Londrina, o engenheiro civil Jairo Negro tratou da importância da manutenção e inspeção corretas nos condomínios. Saiba mais sobre o assunto:

COMO SE FAZ UMA INSPEÇÃO PREDIAL

A inspeção predial é uma vistoria que necessita de profissional especializado no assunto, com visão sistêmica da edificação, bem como conhecimentos técnicos sobre materiais, sistemas e funcionamentos.

Lembramos que esta vistoria tem como produto um laudo e que o mesmo deverá, obrigatoriamente, conter:

– Classificação das anomalias quanto ao risco e grau de urgência.

– Lista de prioridades técnicas com orientações, de acordo com as anomalias constatadas.

– Classificação do estado de conservação da edificação.

O QUE SE DEVE INSPECIONAR E COMO

O inspetor predial deverá inspecionar a edificação como um todo, a princípio, não cabendo levantamentos de dados por amostragem ou vistorias parciais.

Isso significa que, por exemplo, em casos de vistoria em instalações elétricas, todos os quadros elétricos deverão ser abertos e verificados, de acordo comum.

Para vistorias em sistemas civis ou hidráulicos, deve-se inspecionar todos os elementos visíveis e verificar as anomalias que indicam perdas de desempenho ou outros problemas em trechos não aparentes, como é o caso de manchas de infiltração de água junto a tubulações hidráulicas. Se esta tubulação for de ferro galvanizado e tiver mais de 15 anos, é provável que haja perda de desempenho já avançada, pois a vida útil prevista para esse tipo de sistema, feito com esse material, é em torno de 15 a 20 anos.

Portanto, os sistemas e equipamentos passíveis de inspeção, seja qual for o nível contratado, são, basicamente:

– Estrutura, alvenaria, revestimentos, instalações hidráulicas, combate a incêndio e gás, instalações elétricas e para-raios, ar-condicionado, ventilação forçada (exaustores e ventiladores), elevadores, escadas rolantes, bombas e outra máquinas, piscinas e outros equipamentos de lazer, incluindo condições de playground; paisagismo.

INFILTRAÇÕES

Danos causados pela água:

– Objetos, equipamentos; apodrecimento de madeiras; corrosão de metais; desprendimento de revestimentos; instalações elétricas.

FISCALIZAR PARA EVITAR PROBLEMAS

– Fixação de antenas; para-raios; poste de iluminação; torneira de jardim; grades; oxidação nas ferragens da laje da caixa d´água; ralos de marquise; vazamentos e dimensionamento; acúmulo de água sobre a manta; dimensionamento de muros.

Fonte: Sindiconet

Itens indispensáveis na hora de reformar a cozinha

Se tem uma coisa que todos gostam é de ter a casa bem bonita e organizada. Por isso, as reformas são bem frequentes nos lares. Pode ser no banheiro, no quarto, na sala, na varanda e, até mesmo, na cozinha. Aliás, esse é um cômodo que vem ganhando destaque nos últimos anos porque virou um local para reunir a família e os amigos comendo lanches bem saborosos. No nosso post de hoje vamos dar algumas dicas que devem ser levadas em conta se você está pensando em reformar esse espaço. Confira!

1) Paredes novas

Reformar as paredes é essencial para que a reforma pareça completa. Por essa iniciativa  gerar muita sujeira e poeira muitos acabam desanimando. Contudo, existem alternativas ao “quebra-quebra”, como:

– Pintura dos azulejos: Pintar esses espaços com tinta époxi é uma alternativa simples e rápida. Você pode apenas cobrir os azulejos com a tinta ou, se tiver mais habilidade, pode até desenhá-los, dando um toque bem individual.

– Pastilhas adesivas, adesivos ou papel de parede: São de fácil aplicação e não fazem sujeira, além de serem práticos e fáceis de limpar.

2) Tapetes

Remover o piso e colocar um novo, além de demandar tempo também deixa a cozinha um caos. Por isso, uma alternativa para dar uma renovada no visual é a utilização de tapetes próprios para o cômodo. Uma dica são os de sisal, que não estragam com a umidade e são fáceis de limpar.

3) Cores inovadoras

Apostar em cores também é uma alternativa para quem quer dar uma renovada no ambiente. Pode ser utilizado tons vibrantes nos utensílios, armários e objetos de decoração. Só fique atento para combinar as cores de forma harmoniosa.

4) Detalhes

Prateleiras novas e ganchos nas paredes vão dar uma nova aparência à sua cozinha. Panelas de barro ou coloridas podem enfeitar as prateleiras. Já os ganchos podem pendurar utensílios como conchas e escumadeiras de metal também darão um toque especial na decoração.

5) Elimine coisas que não usa mais

Lembre-se, menos é mais! Por isso, se você tem algo que não utiliza a mais de um ano, elimine. Doe o que ainda estiver bom para uso e jogue fora o que não serve mais. Assim, sobra mais espaço para novos itens!

6) Eletrodomésticos

Se você se planejar e guardar um dinheirinho ao longo do ano vale a pena investir em novos eletrodomésticos. Dependendo da decoração a linha retrô pode dar um toque bem legal. Mas se você é mais moderno e prefere sofisticação, a linha em aço escovado é melhor.

Por fim, reformar pode ser mais simples do que você imagina. Com um pouco de criatividade e investimento, você pode deixar a sua cozinha novinha! E aí, se animou? Então se planeje e comece já!

Já pensou em fazer seguro residencial? Conheça os detalhes e veja se vale a pena

Fato: o seguro residencial é muito barato quando comparado ao de um veículo. Com pouco dinheiro você pode garantir coberturas de grandes sinistros, como incêndio. Mas qual a possibilidade de a sua casa pegar fogo? Pois é, a questão é muito individual. Para saber se vale a pena, leia atentamente todas as cláusulas avalie os riscos.

Para o presidente da Comissão de Riscos Massificados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Danilo Silveira, considerando a relação custo-benefício, sempre vale fazer o seguro residencial. Ainda assim, somente 15% das residências têm seguro no Brasil.

“O gasto médio anual é inferior a R$ 350,00, garantindo o principal bem da família contra danos acidentais e oferecendo serviços de assistência emergencial, como chaveiros, eletricistas e outros prestadores de serviços especializados”, ressalta Silveira.

O vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São (Sincor- SP), Boris Ber, diz que a procura ainda é muito baixa, já que boa parte das pessoas nem pensa nisso. Ele lembra que os seguros dos condomínios não cobrem todo, mas apenas a parte da construção.

“As roupas, a mesa de jantar, o sofá, o terno, não estão cobertos pelo seguro do condomínio. A experiência diz que quando você oferece o seguro residencial, explicando bem, 70% fecham”, afirma Ber.

O representante da FenSeg recomenda que as pessoas analisem os riscos aos quais o imóvel está exposto, considerando o histórico da localização, possibilidade de incidência de atos da natureza (ventos fortes, granizo etc), registros de furtos e roubos, e situações que podem causar danos a terceiros para cobertura de responsabilidade civil.

“O cliente deve também indicar valores segurados adequados para as coberturas escolhidas, considerando os preços de reconstrução do prédio e reposição dos bens, bem como a extensão dos eventuais danos em caso de sinistro. Não precisa incluir a valorização imobiliária”.

Adicionais

No seguro da residência, o cliente tem a possibilidade de incluir muitas coberturas adicionais, o que vai encarecendo o valor final contratado. De acordo com Ber, é possível até oferecer cobertura para o caso de queda de avião na casa, quando a pessoa mora perto de aeroporto.

“De impacto de veículos, caso a pessoa more num cruzamento movimentado. De dano elétrico, que é um curto-circuito sem a presença de fogo, e até de pagamento de hotel por determinado período, caso aconteça algo com o apartamento”.

Não desperdice seu dinheiro com seguros que não estejam de acordo com a sua necessidade. Se você mora em bairro com alto índice de roubos e furtos, talvez essa seja uma cláusula interessante para você. Diferentemente se a casa fica em condomínio fechado com seguranças.

Detalhes:

Preço

Trata-se de um seguro de custo acessível. As coberturas de frequências mais elevadas, como, por exemplo, danos elétricos (a eletrodomésticos e outros bens) e furto e roubo costumam ser mais onerosas, enquanto as básicas são baratas.

Coberturas básicas

Garante proteção contra incêndio, raio e explosão de qualquer causa. Além da cobertura dos danos acidentais, as apólices oferecem serviços de assistências emergenciais e de conveniência.

Coberturas adicionais

Entre as mais contratadas estão vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo, impactos de veículos e aeronaves, roubo e furto qualificado, danos elétricos, responsabilidade civil familiar (que garante danos materiais e corporais causados a terceiros pelo uso e conservação do imóvel ou atos involuntários dos moradores e empregados da casa) e perda ou pagamento de aluguel em caso de acidente.

Fonte: Revista Zap

O Brasil e as construções sustentáveis

Atualmente, o Brasil é o 4º país no ranking mundial de edificações certificadas como sustentáveis – certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), certificação renomada no mercado imobiliário internacional, presente em 167 países. No Brasil, existem hoje 1.302 projetos registrados e, destes, 489 certificados como construções verdes.

As edificações verdes alcançaram um patamar histórico, deixando de ser um privilégio das construções de alto padrão. Escolas, creches, lojas de varejo, comércio, residências, hospitais, entre outras edificações públicas ou privadas, já são projetados tendo como meta a certificação.

Estudo da Universidade de Harvard aponta que os ganhos financeiros atrelados às mudanças climáticas e à melhoria com saúde e bem-estar oferecidos pelas edificações verdes são de US$ 16,05 por metro quadrado. Nesse cenário, de 2007 a 2016, o Brasil gerou uma economia total de US$ 348 milhões, sendo US$ 251 milhões em economia de energia.

Estudos também comprovam que as construções verdes são a melhor opção de negócios no setor imobiliário. A Fundação Getulio Vargas (FGV) analisou mais de 2.000 prédios comerciais na cidade de São Paulo, entre o 1º trimestre de 2010 e o 3° trimestre de 2014, e comprovou que as construções verdes recebem uma valorização por metro quadrado no aluguel de 4% a 8%. Também identificou que as construções verdes registraram taxa de vacância de 28,6% contra 34,1% nas edificações não certificadas. Outro ponto avaliado é que prédios verdes têm taxas de condomínio com valores entre 15% e 25% abaixo dos valores cobrados em edifícios convencionais.

Segundo Felipe Faria, diretor-executivo do GBC Brasil, estes dados comprovam os benefícios de tal modelo de negócio“além de justificar o crescimento desse mercado no Brasil, de forma madura e representativa”, completa o executivo.

As construções verdes já são uma realidade. Se antigamente existia a ideia de que eram muito mais caras do que as edificações tradicionais, hoje sabe-se que o investimento compensa. Apesar de o valor final ser levemente superior, os gastos durante a operação são bem menores, o que gera economia a longo prazo e, em consequência, recuperação do investimento.

O número de condomínios verdes aumenta à medida que cresce a quantidade de notícias que desmistificam a ideia de inacessibilidade dessas construções. Levando em consideração o panorama mundial, o Brasil assume papel de destaque entre os países que mais certificam edificações sustentáveis.

Fonte: Condomínios verdes

 

Alugar ou comprar: o que vale mais a pena?

Se há uma certeza na vida é de que em algum momento vamos ter que nos mudar. Seja por causa de casamento, independência, mudança de cidade, etc. A questão que ainda deixa muitos aflitos na hora de tomar esse grande passo é se seria mais vantagem comprar ou alugar um imóvel. Pensando nisso, resolvemos falar na nossa matéria de hoje, algumas vantagens e desvantagens de cada um deles. Confira!

 

Aluguel

Ao pensar em se mudar para uma casa nova ninguém inicialmente pensa em aluguel. Porém, o valor acaba sendo um ponto decisivo já que, nem sempre o interessado tem dinheiro suficiente para dar entrada em um imóvel e, nesse cenário, o aluguel se torna mais vantajoso.  

 

Vantagens

 

1) Financeiramente mais viável

Mesmo que haja a necessidade de pagar caução ou seguro fiança alugar um imóvel pode ser mais barato do que custear a entrada de um apartamento.

 

2) Mais flexibilidade

Se você ainda tem dúvidas quanto ao tipo de imóvel que deseja, o aluguel é uma excelente opção. Ele permite que você experimente o gostinho de diferentes tipos de moradia durante certo tempo para depois fazer a escolha definitiva.

 

Desvantagens

 

1) Não é a sua casa própria

Ao optar por essa forma de pagamento, você precisa estar ciente de que pagará mensalmente por um bem que não é seu.

 

2) O dinheiro gasto não retorna

Vale lembrar que o aluguel não é um investimento. Com isso, o dinheiro pago durante todos os meses em que estiver morando em um local alugado, não retornará financeiramente para você.

 

Comprar

Ter uma casa própria é o sonho de todos! Mas, como requer um alto investimento, é preciso uma análise para que não ocorra arrependimentos mais tarde já que essa escolha é quase definitiva ou, pelo menos, de longo prazo.

 

Vantagens

 

1) É um bem seu

A principal vantagem é que a propriedade passa a ser sua. Mesmo que o imóvel seja financiado, as prestações serão referentes a um bem que lhe pertence.

 

2) É um investimento

Diferente do primeiro, você tá fazendo um investimento. No futuro, você pode talvez revendê-lo por um  valor mais alto do que adquiriu ou, até mesmo, alugar a fim de ter uma renda extra.

 

Desvantagens

 

1) Requer mais dinheiro inicialmente

Mesmo que o pagamento não seja à vista, será preciso arcar com os custos de uma entrada do financiamento, além dos outros gastos referentes ao imóvel. Até mesmo, com possíveis reformas.

 

2) Burocracia

Comprar uma casa ou apartamento exige uma série de documentos e de idas e vindas ao cartório. Além disso, também é necessário verificar com a prefeitura da cidade se há alguma pendência relacionada ao imóvel. Caso a compra seja por meio de financiamento, será preciso ainda passar por uma análise de crédito. Por isso, tem que ter bastante paciência e determinação!

 

3) Tempo

Por ter muitas burocracias, como citamos anteriormente, demanda bastante tempo.  Ademais, você não pode escolher a primeira casa que aparecer pela frente, pois se trata de uma decisão de prazo mais longo do que seria o da locação de um imóvel.

 

Em suma, como tudo na vida, alugar/ comprar uma casa apresenta vantagens e desvantagens. Cabe ao interessado escolher qual a melhor opção para ele no momento. Às vezes alugar uma casa pode ser um ótimo início. Dessa forma, você pode começar a poupar para futuramente ter um dinheirinho na mão e dar entrada em uma propriedade sua.