Como tornar o seu condomínio mais sustentável?

Levar esse assunto para assembléias é fundamental, para que todos os moradores possam expor suas opiniões e terem conhecimento do projeto. Dar ênfase ao benefícios é uma ótima estratégia de convencimento.

 

Essas atitudes costumam ser bem aceitas e mesmo que simples, contribuem de forma efetiva para a economia no final do mês. Quer saber como gastar menos luz? Confira simples dicas que podem ser implantadas nos condomínios gerando pouco custo – ou zero- e vários benefícios:

 

Use a escada

O elevador é um dos maiores responsáveis pelo alto consumo de energia, por isso incentive o uso das escadas no lugar dos elevadores.

 

Brincadeira de criança

As crianças adoram apertar botões, não é mesmo? A luz em volta do botão do elevador atrai seus dedinhos nervosos. Por isso, oriente os responsáveis a não deixarem as crianças apertarem todos os botões do elevador. Isso aumenta o gasto de energia e de manutenção.

 

Sensores de presença

A troca das lâmpadas comuns pelas de LED e a instalação de sensores apresentam uma significável redução no consumo de energia.

 

Luz natural

Janelas grandes e tetos solares permitem a passagem de luz natural. Dessa forma, ligar o interruptor na presença de luz solar torna-se desnecessário.

 

Viu como é fácil? Simples atitudes fazem a diferença! Leve essas dicas para a próxima assembléia e ajude a tornar o seu prédio mais sustentável! Seu bolso agradece e o meio ambiente também! 🙂

 

Como escolher bons fornecedores para o condomínio?

Para que o condomínio não possua desperdícios ou gastos desnecessários, é fundamental selecionar e avaliar os fornecedores para contratar aqueles que possuam produtos e serviços de qualidade.

É papel do síndico encontrar bons fornecedores para o condomínio a fim de melhorar a gestão da cadeia de suprimentos e trazer mais rentabilidade ao local.

Por isso, é preciso ter alguns critérios bem delineados e de acordo com as boas práticas na hora de avaliar os fornecedores. Isso evitará prejuízos no quesito qualidade, atrasos nas entregas, valores fora da realidade do mercado, entre outros.

Mas como escolher os melhores fornecedores para o condomínio? Separamos algumas dicas que poderão te ajudar nesse processo.

Pesquisa de mercado

Para ter um resultado efetivo na busca pelo melhor fornecedor é importante analisar muito bem as opções. Esse processo requer muita pesquisa e paciência visto que contratar a primeira opção que responder às suas expectativas não é o mais indicado.

Procure sobre a marca ou profissional na internet e busque algumas informações valiosas sobre o potencial fornecedor. Lembre-se de verificar se o mesmo age de forma legal, a favor de conceitos como sustentabilidade ou valorização do colaborador, ou isso poderá trazer problemas sérios para sua empresa.

Fique atento aos preços e não se deixe levar por valores muito baixos, pois isso poderá indicar produtos de baixa qualidade, enquanto um custo muito alto poderá diminuir a margem de lucro da empresa. Avalie os preços de forma a manter um equilíbrio no orçamento apresentado.

Credibilidade

Verificar a credibilidade do fornecedor antes de sua contratação é fundamental para garantir uma maior segurança, além de prevenir imprevistos e atrasos.

Para isso, procure referências e histórico de transações ao conversar com outras empresas que já comercializaram com o fornecedor escolhido.

Entre em contato com a empresa e peça o contato dos clientes para buscar referências. Caso algum deles tenha rescindido o contrato com esse fornecedor, procure entender o que aconteceu para saber quais são os pontos fortes e fracos.

Uma outra forma de avaliar a credibilidade do fornecedor é buscando referências e depoimentos na internet de pessoas que já utilizaram os serviços. Você poderá colocar o nome do potencial fornecedor em uma ferramenta de busca, como o Google, e verificar se aparecem reclamações.

Nesse caso, é importante observar também como a empresa ou profissional lidou com o problema, pois isso atesta a qualidade do atendimento oferecido e pode contar pontos na hora de escolher o fornecedor.

Materiais utilizados

Não se esqueça de verificar a qualidade dos produtos e serviços utilizados em seu condomínio. Solicite ao fornecedor que encaminhe amostras e observe se as marcas são de qualidade, se há algo vencido ou danificado e se está tudo lacrado.

Tudo isso também pode ser checado no site da empresa ou em uma conversa com o fornecedor. Registre por escrito em e-mail ou contrato tudo o que for acordado, como matérias-primas e marcas, para garantir que tudo acontecerá de acordo com o combinado.

Experiência

Além de pesquisar sobre a credibilidade da empresa e os materiais utilizados, é importante avaliar também qual o nível de conhecimento específico do fornecedor em relação ao produto ou serviço a ser contratado.

Você também poderá analisar o portfólio de trabalhos já realizados pelo fornecedor para verificar se o serviço realizado por ele está de acordo com aquilo que o condomínio precisa.

Caso a empresa não possua um portfólio, é válido olhar imagens de produtos prontos e verificar qual o estilo das mercadorias produzidas, como são os acabamentos e quais as possibilidades de personalização oferecidas.

Trabalho transparente

É importante manter uma relação comercial com os fornecedores que seja baseada em transparência e confiança. Por isso, avalie bem como ele te trata, observe se cumpre os prazos de retorno, se as informações foram passadas com segurança e se você sente confiança no que ele diz.

Não tenha receio de perguntar sobre clientes, tempo de atuação e problemas que precisaram ser resolvidos, mas fique atento quanto ao tempo de resposta, pois se houver demora, o atendimento deixará a desejar.

O fornecedor precisará ser honesto em suas respostas para construir uma relação de confiança, viabilizando uma negociação com preço justo e prazo de entrega adequado.

Prazos e entregas

Nem sempre os problemas e necessidades de um condomínio podem esperar muito tempo. Por isso, deixe claro para os fornecedores as suas exigências e defina um prazo para a entrega dos produtos ou serviços no momento da contratação. Assim, o fornecedor deverá cumprir o que foi combinado e você não correrá o risco de ficar sujeito às condições dele.

Não esqueça de especificar também como e onde a entrega deverá ser realizada, mantendo todas essas informações de negociação em contrato para evitar futuros problemas.

Vale lembrar que, em alguns casos, existem fornecedores que diminuem o ritmo de trabalho e até mesmo abandonam o serviço depois de receber tudo o que foi combinado. Para evitar esse tipo de situação, combine com ele para realizar o pagamento no final ou deixar pelo menos uma parcela para depois que tudo estiver finalizado.

Orçamentos

Imprevistos e problemas sempre acontecem, por isso, é importante ter mais de um fornecedor em mente. Uma segunda opção evita problemas caso o fornecedor cancele o contrato inesperadamente ou não consiga entregar o produto dentro do tempo marcado.

Além disso, preços de serviços e produtos para condomínios podem variar muito e ter só uma ou duas opções é arriscado. Por isso, realize pelo menos três orçamentos, assim garantirá um mínimo razoável para comparar preços e prazos.

Não se esqueça que o barato nem sempre é o que vale a pena, assim como o mais caro nem sempre é o melhor. Leve em conta aspectos como prazo, entrega, qualidade e relacionamento para tomar sua decisão.

Seguindo essas dicas, você conseguirá encontrar bons fornecedores para o condomínio sem grandes dificuldades. Mas caso ainda assim exista alguma dúvida, procure um bom sistema de administração de condomínios e ele com certeza irá te ajudar.

Fonte: Condo Brasil

Condomínio pode proibir Airbnib?

Economia compartilhada é uma nova tendência de mercado. O site de hospedagens Airbnb expõe que está presente em mais de 65.000 distribuídas 191 países. Por isso, acaba sendo impossível ignorar esses fatos.

A rotina corrida nas grandes cidades muda a vida das pessoas, o modo como convivem e até mesmo os padrões de moradias. Aqueles que não param em casa acabam vendo a possibilidade de aumentar os rendimentos do mês disponibilizando o imóvel para locação/hospedagem por curtos períodos de tempo. Esse tipo de negócio garante lucro para os proprietários e preços mais acessíveis para o hóspede.

A economia compartilhada é uma nova tendência de mercado. O site de hospedagens Airbnb expõe que está presente em mais de 65.000 distribuídas 191 países. Por isso, acaba sendo impossível ignorar esses fatos.

No entanto, será que um condomínio pode proibir Airbnb? Esse tipo de hospedagem é legal?

A hospedagem em condomínios residenciais não é ilegal, desde que não infrinja as normas do condomínio onde está situado. Esse assunto divide muitas opiniões, por isso leia a seguir se o seu condomínio pode proibir Airbnb.

Mesmo não sendo proibida a prática, muitas cidades ao redor do planeta se dedicaram à criação de leis de zoneamento que proíbem locação de apartamentos residenciais por menos de seis meses. Porém, no Brasil, o Código Civil, Art. 1.335 garante que o proprietário do imóvel disponha da sua unidade da forma como lhe convier, direito este descrito na Constituição Federal.

E a segurança do condomínio?

É com base nesse argumento e em leis de destinação do edifício que condomínios podem proibir Airbnb. A locação por curtos períodos de tempo, como pernoites e fins de semana isolados implicam em um aumento do fluxo de pessoas na portaria, uso das áreas comuns do prédio e perturbação do sossego.

A Lei Federal nº 11.771 de 2008, sobre a Política Nacional de Turismo, mostra no Art. 24 que hospedarias e hospedeiros devem estar cadastrados e possuir licença de funcionamento. Sem isso é possível provar que condomínios residenciais não estão aptos a funcionar dessa maneira, caracterizando desvio da finalidade do imóvel.

Já imaginou se, em um prédio residencial, se a maioria dos proprietários resolve anunciar seu imóvel em sites como o Airbnb? Perde-se o controle de conhecer e cadastrar moradores, perde-se o controle do uso dos espaços comuns e muito mais.

Por fim, fica a critério do síndico e dos administradores do imóvel analisar os casos e definir a possibilidade ou não de locação nesses moldes, sabendo que interfere na finalidade real descrita no cadastro do condomínio.

Fonte: Condo Brasil

Como permitir animais de estimação no condomínio?

Essa é uma briga difícil de ser resolvida.

Segundo o IBGE, em 2015 eram aproximadamente 52,2 milhões de cachorros e 22 milhões de gatos. Resultando em uma média de 75 milhões de pets.

Fica difícil competir com esses números e proibir que os moradores mantenham pets nos apartamentos.

Mas vamos ao que interessa: como permitir animais no condomínio?

Saiba que não existe lei que regulamente a presença de animais de estimação em condomínios.

A Constituição do Brasil garante aos cidadãos o direito a propriedades privadas. Dentro delas, o indivíduo tem autonomia para possuir o bem que desejar. Seja ele um novo móvel ou um animal de estimação.

A Lei do Condomínio, como é conhecida a Lei 4591/64, permite que o morador mantenha animais domésticos no apartamento. No entanto, deve-se respeitar as normas de convivência do condomínio em que reside. Por isso, o síndico poderá acrescentar normas e convenções no regulamento interno. Mas para isso também vale o bom senso.

Quais são as regras de convivência básica para pessoas que têm animais em apartamento?

 

Focinheira

Cães como pitbulls, rotweillers e outras raças de grande porte, ou mesmo um pequeno mais arisco, devem circular usando focinheira.

Não podemos prever se eles se sentirão ameaçados com algum vizinho que entrou no elevador, ou mesmo com o cheiro de outro cachorro. Para os pequenos ariscos a regra vale pois, por serem pequenos, muitas pessoas e crianças vão querer tocá-lo e podem acabar levando uma mordida, mesmo que não intencional.

Sacos para recolher fezes

O síndico deve indicar ao morador que nunca deve sair com seu animal sem um saquinho para recolher as fezes.

Nas regras da boa convivência, sujeira não recolhida pode gerar problemas tanto para o morador quanto para o síndico.

Barulho

Esse é um ponto complicado.

Se o morador trabalha e possui um animal de estimação mais carente, assustado e que precisa de mais atenção, pode ser que esse animalzinho faça mais barulho ao ficar sozinho. Cachorros podem latir exageradamente, uivar ou mesmo correr de um lado dado para outro.

Para isso vale mais o bom senso do dono do animal para passear com ele mais vezes e brincar em locais abertos para que o cachorro corra e gaste a energia que acaba ficando acumulada. Com a prática frequente, o barulho pode chegar a zero.

O papel do síndico

O síndico, como mediador de conflitos em condomínios, deve sempre garantir o bem-estar dos moradores. Desde que não interfira em assuntos que digam respeito ao interior da residência do morador.

Por isso o mais indicado é conversar informalmente com o dono do animal assim que surgirem problemas.

Para manter a ordem no seu condomínio, é importante que o síndico esteja bem informado sobre as leis que podem ser aplicadas. Assim como as coisas que são proibidas. Por exemplo, o regulamento não pode exigir que os donos carreguem seus animais no colo em áreas comuns. Isso pode ser considerado como ato abusivo, ou mesmo constrangimento ilegal.

Entretanto, para o morador, é importante que esteja informado sobre seus direitos e deveres para que todos possam conviver de maneira agradável.

Como lidar com a inadimplência em condomínios?

Quem é síndico sabe: a inadimplência é um dos problemas mais recorrentes e sempre ocorrerá quando se trata da gestão de condomínios (ou de qualquer outro negócio). Com a
crise, esses casos são ainda mais recorrentes aumentando a taxa de inadimplência.

A questão é: como minimizar o problema de forma ética e inteligente?

É preciso agir, antes de mais nada, com profissionalismo. Nada de sair por aí divulgando o “Top 10” da inadimplência em condomínios que você administra. Apesar da vontade ser grande é antiético e não resolverá o problema.

Além disso, pode ser considerada uma humilhação e gerar processos por danos morais.

Quer saber mais? Confira algumas dicas:

Conscientize

A consciência geral de que todos devem pagar as contas em dia é a melhor maneira de evitar o problema e não apenas remediá-lo.

Há multas por pagamentos atrasados, mas não são altas o suficiente para “estimular” o pagamento em dia. Por isso, criar a cultura é muito mais viável.

Você pode produzir materiais informativos e colocar nos locais comuns, com os benefícios de pagar as contas em dia pelo bem comum dos condôminos.

Direito de voto cassado

Sim, o síndico pode cassar o direito de voto na assembleia de quem não está em dia com as contas do condomínio.

A regra deve ser devidamente cumprida. A realização da assembleia pode ser aproveitada para colocar outras pautas em dia relacionadas aos gastos que o condomínio possui para
manutenção de áreas comuns.

Formas de pagamento

Ofereça as mais diversas formas de pagamento, como cartão de crédito, débito, boleto, cheque ou dinheiro.

Quanto mais opções disponíveis mais chances do morador pagar.

Caso você aceite apenas cheque, isso pode ser um empecilho para o pagador. Além disso, se ele se programe para pagar de determinada forma e esta não é aceita, todo o planejamento cai por terra.

Envie o quanto antes

Se você envia o boleto com antecedência deixa menos abertura para o argumento de que a conta chegou muito em cima da data de pagamento.

Além disso, há mais chances da pessoa se programar para pagar.

Dívida “impagável”

Evite que o pagador deva por muitos meses seguidos, acumulando o valor. Para isso, é necessário identificar a inadimplência em seus primeiros sinais.

Desta forma, você pode negociar o pagamento de uma maneira mais viável para morador, a fim de que ele, aos poucos, quite sua dívida.

Fundo de reserva

Ter uma reserva é a melhor maneira de não passar por apertos na hora que a inadimplência aumentar.

Independente dos devedores, com fundo é possível fazer o essencial no condomínio sem comprometer o orçamento.

 

Fonte: Condo Brasil

Atitudes que devem ser tomadas para zelar pela segurança das crianças em condomínios

A segurança das crianças pode ser um dos fatores que levam uma família a optar por morar em um condomínio. Afinal, nós prezamos muito pela segurança dos nossos pequenos, e nesse espaço além de ser seguro, as crianças possuem opções de lazer e de interatividade com outras crianças.

Mas a ideia de liberdade das crianças no condomínio não pode ser estender a todas as áreas. Isso, porque andar sozinhas pode não ser uma situação segura para menores de 10 anos, pois o condomínio tem lugares que podem ser perigosos para elas, como instalações elétricas, piscinas, escadas, elevadores e outros.

Outro ponto é o barulho que as crianças fazem quando estão sozinhas. Por isso, além de não deixar menores sozinhos em áreas comuns, também não é ideal que fiquem brincando pelo condomínio após o horário de silêncio que normalmente é entre  às 9h e 20h

Os responsáveis que descumprirem essa recomendação, expondo as crianças ao risco, devem ser advertidos e também submetidos ao pagamento de multas, pela infração. As multas podem acabar servindo como um fator educativo, a fim de que as regras sejam cumpridas por todos.

 

Delivery em condomínios

Entre as comodidades da vida moderna está, sem sombra de dúvida, a facilidade de se receber em casa o que se compra pelo telefone ou pela internet. Seja remédio, pizza, fastfood, enfim, uma gama de produtos hoje está sendo disponibilizado nesta modalidade.

Mas vem a primeira preocupação. E como conviver com a entrada destes entregadores nos condomínios sem fragilizar seu esquema de segurança? Tudo começa por uma convenção de condomínio bem elaborada, competência dos funcionários e principalmente conscientização dos moradores.

Os especialistas em segurança sempre orientam os condomínios a não permitirem a entrada destes entregadores, ou, dependendo do caso, que sejam adotadas normas para a convivência desta questão. Entre as dicas destacamos:

 

  • Entregadores de pequenos volumes: Estes produtos podem perfeitamente serem entregues ao porteiro, que encaminhará diretamente ao apartamento, através do zelador, ou comunicando ao destinatário para que este pessoalmente venha à portaria e receba sua encomenda. Esta é a melhor e mais eficiente maneira de se receber mercadorias em condomínio. Quanto ao fato de ter que ser pago algum valor, isso não torna ineficiente esta modalidade, basta que o condômino, previamente, já deixe na portaria o valor a ser pago.

 

  • Entregadores de Remédios: Há condôminos que se queixam da impossibilidade de se dirigir à portaria para receber seus remédios uma vez que poderiam estar impossibilitados para tal, por estarem, por exemplo, acamados. É um fato relevante e que merece reflexão. Tendo o condomínio na hora do recebimento da mercadoria, um zelador para intermediar a entrega/pagamento, não teríamos aí grandes problemas. O fato implicador seria o de não haver o zelador no momento. Neste caso, a dica é cadastrar os entregadores, em número quanto menor melhor, preferencialmente de uma única farmácia (a mais próxima do condomínio possível) e se certificar se o condômino realmente solicitou a mercadoria, e ao autorizar sua entrada, verificar seus documentos pessoais e monitorar seu percurso no edifício. O CFTV facilita este trabalho.

 

  • Entregadores de Gás e Água: Por serem mercadorias de grande volume e peso, se torna difícil implantar a modalidade de entrega na portaria para que o condômino venha receber e levar até sua unidade. Neste caso, a saída é cadastrar uma ou no máximo duas empresas para que só elas tenham autorização de entrar no prédio, mas mesmo assim, todas as precauções devem ser seguidas, como por exemplo: verificar documento, se certificar se o condômino solicitou a mercadoria e principalmente monitorar seu percurso e tempo dentro do edifício.

 

No mais, é usufruir deste tão cômodo serviço, pois não há nada melhor do que receber em sua porta, aquilo que você está precisando, sem ter o trabalho de sair de casa para ir buscá-lo. Sirva-se a vontade, porém, de olho na segurança, sua e dos demais vizinhos. Não se faz segurança, se pratica, e em conjunto.

Fonte: SindicoNet

Como lidar com brigas no condomínio

Em condomínios residenciais, algumas brigas podem atingir níveis críticos, se tornando até mesmo em casos de polícia. Mas, qual é o papel do síndico ou administradora na gestão desses conflitos?

A maior parte dos moradores acreditam que todo e qualquer problema é de responsabilidade da administração. Mas isso não é verdade! Não é função do condomínio se intrometer em questões ou problemas pessoais, essa interferência só é válida quando é referente a assuntos relacionados ao ambiente, como: vagas de garagem, animais, entre outros.  

Preparamos esse post para ajudar você a evitar essa complicada situação da melhor forma. Confira!

Animais domésticos

Não permita que seu pet transite pelas áreas internas do condomínio, evitando que faça sujeira e cause danos ao espaço, saia pela área de serviço ou pela garagem. Além do barulho (latidos e miados), o mau cheiro é uma queixa frequente, para resolver esse problema, indicamos que tente conversar com o morador para que o problema seja solucionado.

Vagas de Garagem

O excesso de barulho é mais uma causa de grandes brigas entre os moradores, mas caso algum morador não respeite a lei do silêncio, as advertências podem ser as melhores políticas iniciais. Caso o problema persistir, é importante aplicar as penalidades previstas na convenção condominial (e acionar a polícia, se for o caso).  

Confusões nas assembleias

As assembleias condominiais são momentos propícios para debater questões coletivas (buscando sempre um consenso geral), mas infelizmente também são um momento propício para confusões. É neste momento que o síndico ou administradora devem manter um pulso firme, relembrando que a assembleia deve se ater à pauta prevista e ao horário previamente programado. Caso a briga persista,  indicado é chamar a polícia ou, dependendo do desentendimento, deixar que os moradores se resolvam a partir do diálogo.

 

Quando consideramos as brigas em condomínio, uma coisa é certa: a convivência pacífica, respeitosa e tranquila de todos vale os esforços da gestão!

 

É preciso contratar uma pessoa para limpar as partes comuns do condomínio. E agora?

Para limpar as partes comuns do nosso condomínio decidiu-se contratar uma pessoa externa. Eu sou o administrador em exercício e queria saber como devo proceder. Como deve proceder a administração nestas situações? Que tipo de contrato se deve celebrar com este trabalhador?

Existem dois caminhos que deverão ser avaliados e estudados. Pode ser celebrado um contrato de trabalho com a pessoa que ficou encarregue da tarefa ou um contrato de prestação de serviços para esse mesmo fim.

As diferenças entre os dois contratos não estão só relacionadas com o facto de ser um contrato com trabalhador independente, no 1º caso, ou com uma empresa de limpezas, no 2º. Enquanto o trabalhador se compromete, não só a apresentar um resultado, mas também a disponibilizar a própria atividade, no local e horário definidos pelo condomínio e sob a sua supervisão, o prestador de serviços apenas está obrigado a apresentar o resultado da atividade, seguindo as diretrizes de quem o contratou, mas com liberdade na escolha dos meios utilizados e na forma de realizar e organizar as tarefas. No primeiro caso, há uma relação de subordinação, ao passo que no segundo prevalece uma certa autonomia.

No caso de se estabelecer um contrato de trabalho, é necessário que o condomínio proteja os trabalhadores com um seguro de acidentes de trabalho, o qual será acionado se ocorrer algum acidente no posto de trabalho ou no trajeto utilizado entre a casa do trabalhador e o condomínio. Caso se trate de uma prestação de serviços, essa obrigação é do prestador do serviço, seja a própria pessoa que desempenha a tarefa, seja a empresa a quem a mesma foi contratada.

No 1º caso, o condomínio tem, ainda, de inscrever o trabalhador na Segurança Social e pagar as respetivas contribuições mensais, devendo também providenciar o direito ao habitual período de descanso (22 dias úteis), os quais serão pagos e ainda lhe darão direito a subsídio de férias. O trabalhador receberá, igualmente, subsídio de Natal. Na prestação de serviços, este aspeto não assume relevância. Apenas tem de ficar garantido que o trabalho é realizado.

Existe também a obrigação de celebrar um seguro de acidentes de trabalho para proteger os trabalhadores em caso de imprevisto e a assegurar o pagamento das despesas médicas necessárias para o restabelecimento do seu estado de saúde e da sua capacidade de sustento.

Além da assistência médica, cirúrgica e farmacêutica e eventual internamento hospitalar, o seguro prevê também o pagamento de uma indemnização por incapacidade temporária (absoluta ou parcial) para o trabalho, calculada com base no salário do trabalhador.

Qual a melhor opção, então?

decisão caberá à administração do condomínio. Depende da natureza das tarefas a realizar e da sua frequência, o que estará também relacionado com as características do espaço.

Fonte: Idealista.pt

Desconto no IPTU com créditos da Nota Carioca termina no dia 30/9

Os contribuintes cariocas cadastrados no Nota Carioca que desejarem obter abatimento do IPTU devem ser apressar: o benefício só estará disponível até o domingo, 30 de setembro. No dia 1º deste mês a Secretaria Municipal de Fazenda deu início, por meio de um comunicado, ao serviço de direcionamento de créditos da Nota Carioca para o abatimento de ate 100% do IPTU no ano de 2019.

No documento, o órgão informou que os contribuintes têm até o dia 30 para transferir valores no site da Nota Carioca (www.notacarioca.rio.gov.br) e indicar o número de inscrição do imóvel no cadastro do IPTU – presente no carnê de pagamento do imposto – e garantir descontos para um ou mais imóveis, comerciais ou residenciais, localizados no município do Rio, sendo necessário, no mínimo, R$ 1,00 acumulado para direcionar valores.

Podem ter créditos disponíveis no sistema pessoas físicas cujos CPFs estejam identificados no documento fiscal emitido e pago, pelo prestador de serviço, desde o 1º de janeiro de 2016. O programa permite ainda que o valor seja direcionado a um mesmo imóvel por CPFs distintos, sem que haja necessidade de o contribuinte ser o proprietário do imóvel beneficiado.

Fonte: Secovi Rio