As vantagens de ser síndico em um condomínio

Hoje, dia 23 de abril, comemoramos o dia do síndico aqui no Rio de Janeiro. Por isso, nós parabenizamos a todos que trabalham em prol do condomínio e de todos os moradores.

 

Em comemoração pela data de hoje, separamos as principais vantagens de ser síndico em um condomínio. Confira!

 

O primeiro ponto positivo é a preservação do património, que reflete diretamente na sua valorização. Ser um síndico preparado tem ligação direta na valorização do condomínio e seus imóveis. Além disso, tendo em vista que o síndico não trabalha sozinho, é necessário que ele tenha contato com funcionários de diferentes funções, além de fornecedores e colaboradores. Ao longo dessa jornada, ele adquire habilidades que são fundamentais, como, por exemplo, saber delegar tarefas e gerenciar equipes, tendo uma evolução pessoal e profissional.

 

O convívio social também pode ser apontado como um dos principais benefícios. Nesse ambiente da comunidade, podem ser proporcionados ótimos aprendizados nas áreas de relacionamento, gestão de conflitos e de pessoas. Existem muitas pessoas fechadas em seus problemas e em seu trabalho, sem a questão da convivência em sociedade. Nesse ponto, a atividade de síndico faz com que a pessoa tenha esse ganho social.

 

Gostaríamos de agradecer e parabenizar a todos os síndicos que desempenham um excelente trabalho em nossos condomínios! Parabéns, Síndicos!

Conselho fiscal no condomínio: qual é a sua função?

Todo condômino se preocupa com o destino do dinheiro utilizado para pagar a taxa condominial. Para manter a tranquilidade dos moradores e fazer com que esse dinheiro seja bem aplicado pelo síndico, é importante instituir um conselho fiscal no condomínio. Mas você sabe como ele funciona?

Atualmente, a legislação mantém como facultativa a formação de um conselho fiscal, conforme diz o Código Civil em seu artigo 1356: “poderá haver no condomínio um conselho fiscal, constituído por três membros, eleitos pela assembleia, por prazo não excedente a dois anos, ao qual compete dar parecer sobre as contas do síndico”.

Apesar de ser opcional, sua constituição é extremamente importante para uma boa gestão e uma boa execução orçamentária. Vamos entender melhor como funciona!

Eleição do conselho fiscal

Conforme está escrito no Código Civil, a eleição do conselho fiscal no condomínio é facultativa, mas caso esteja prevista na Convenção, a formação do grupo se torna obrigatória. Nesse caso, a Convenção precisará informar se os membros devem ser condôminos ou inquilinos, de quanto em quanto tempo serão necessárias reuniões, como deverá ser realizada a eleição, quais os procedimentos em casos de renúncia, entre outros.

Normalmente, a eleição do conselho fiscal é realizada através de assembleia, na mesma eleição que elege o síndico do condomínio. E, por ser o conselho fiscal o grupo responsável por aferir as contas do empreendimento, é ideal que seja formado por moradores proprietários e não inquilinos.

É importante lembrar que, após elegido, o conselho fiscal não deverá se omitir de suas atribuições, pois o trabalho será em conjunto com o síndico e ele precisará contar com uma equipe de pessoas participativas para “dividir” as decisões mais complexas a respeito do condomínio.

 

Funções do conselho fiscal

O conselho fiscal é o responsável por acompanhar as contas do condomínio. Por isso, é importante que o grupo tenha acesso à pasta de prestação de contas enviada mensalmente pela administradora.

Após realizar uma análise dos documentos, o conselho deverá dar o seu parecer a respeito dos gastos, indicando se as contas são as mesmas aprovadas em assembleia, se estão em dia e se o dinheiro do condomínio está sendo investido conforme combinado previamente.

Além disso, poderão também alertar o síndico sobre eventuais irregularidades, eleger o presidente do conselho e escolher juntamente com o síndico a agência bancária e a empresa seguradora do condomínio.

Por outro lado, embora seja um órgão complementar do condomínio, o conselho não poderá ter entre seus membros moradores que não sejam proprietários, fazer compras ou contrair dívidas em nome do condomínio, tomar decisões administrativas em nome do condomínio sem a autorização do síndico ou deixar de registrar em um livro próprio as atas das reuniões realizadas.

 

Funcionamento do conselho fiscal

Como membros do conselho fiscal, é importante que os participantes tenham um conhecimento básico de números e contabilidade, visto que irão cuidar da parte financeira do condomínio.

No entanto, nem todos os moradores possuem esse tipo de conhecimento e, para que possam se sentir mais seguros ao analisar a pasta de prestação de contas, poderão marcar uma reunião com a administradora do condomínio para que ela explique melhor como é o funcionamento do empreendimento.

Ainda assim, caso o conselho não esteja fazendo o trabalho como esperado, é importante verificar se não existe:

  • Falta de conhecimento

Nesse caso será possível marcar quantas reuniões forem necessárias com a administradora do condomínio até que os integrantes da comissão consigam entender como funciona a prestação de contas.

  • Falta de transparência do síndico

Caso o síndico não disponibilize ao conselho a documentação mensal, será impossível conferir os gastos do condomínio. Nesse caso, os conselheiros deverão, de forma amigável, solicitar os documentos direto com o gestor. Se mesmo assim continuarem sem os documentos, poderão entrar em contato com a administradora para pedir a pasta de prestação de contas.

O conselho não poderá ficar mais de dois meses sem acesso à pasta, portanto, em casos mais sérios será possível convocar uma assembleia, de acordo com o que estiver estabelecido na convenção, para pedir explicações ao gestor.

  • Omissão ou falta de pró-atividade

Para evitar brigas e confusões com o síndico, alguns conselhos acabam aprovando contas quando as mesmas não estão corretas. Existem casos também em que a comissão não questiona a demora para a entrega da pasta ou não aprova e nem reprova as contas, deixando a conversa para uma futura assembleia com o síndico.

Há ainda situações onde o conselho tem medo de sofrer represálias legais caso não tenha encontrado desvios nas contas do condomínio. No entanto, como sua função é somente orientar o gestor, os conselheiros só poderão ser acionados judicialmente se for comprovado que ajudaram o síndico a desviar dinheiro, por exemplo.

É sempre importante que o condomínio esteja atento com relação ao funcionamento do conselho fiscal, pois caso o serviço não esteja de acordo com o esperado, poderá ser realizada uma assembleia para instituir uma nova equipe, sempre seguindo as regras estabelecidas na Convenção.

 

Conferindo as contas do condomínio

Como vimos anteriormente, o conselho é o responsável pela fiscalização das contas e deverá analisa-las mensalmente. Por isso, a pasta de prestação de contas deverá conter toda a receita bancária mensal do empreendimento, como extratos bancários, conciliação bancária e situação fiscal do condomínio e de empresas terceirizadas que trabalhem no local, como certidões na Receita Federal e INSS.

No entanto, apesar da conferência ser realizada pela comissão, qualquer condômino pode ter acesso livre à documentação, incluindo os documentos referentes a despesas que ainda não aprovadas em assembleia. Mas vale lembrar que essa verificação não equivale a uma prestação de contas individual, portanto, o síndico não é obrigado a fornecer explicações ao morador. Isso só deve acontecer nos balancetes mensais e em assembleia.

Após o conselho receber a pasta de prestação de contas e realizar a análise dos documentos, caso não aprove ou aprove com ressalva alguma das contas, deverá apontar e saber explicar o que está inadequado na documentação, evitando que as contas tenham conotação política.

Lembrando que o conselho apenas realiza uma recomendação de aprovação ou reprovação baseada nas análises da contabilidade. A decisão final é dada exclusivamente pelos condôminos em assembleia convocada especialmente para esse fim. Além disso, é importante que essas decisões sejam tomadas evitando votações baseadas em avaliações e gostos pessoais para não criar problemas desnecessários no condomínio.

Realizada a assembleia, em casos de reprovação das contas, o conselho e os moradores deverão escolher uma outra data para que o síndico possa se defender e explicar os gastos da sua gestão.

Caso ainda assim o síndico não consiga explicar e apresentar os documentos que legitimem os gastos, o condomínio poderá solicitar a destituição de síndico ou entrar com uma ação de prestação de contas contra o gestor, obrigando-o a dar satisfação dos gastos do período.

O conselho fiscal é fundamental para manter a qualidade da administração de um condomínio, no entanto, o seu poder não é absoluto e caso o síndico julgue que a análise das contas foi insatisfatória, poderá, com autorização dos membros da assembleia, eleger um novo grupo para analisa-las ou entrar em contato com uma empresa especializada no assunto.

 

Fonte: Condo Brasil

Jornada de compra de imóveis: confira as 5 etapas!

Antigamente, a essência dos corretores estava mais relacionada em vender imóveis e menos em ajudar o cliente no seu processo de compra. Aos poucos e com a chegada da era da experiência, esse pensamento está sendo transformado e substituído pela ideia de construir relacionamentos longos com os clientes.

Com a evolução do mercado imobiliário, o corretor precisa se adaptar e enxergar que as novas ferramentas e tecnologias vieram para facilitar o dia a dia. E para atender as necessidades do novo consumidor de imóveis, é preciso conhecer cada etapa da jornada de compra.

Para que você entenda o que o consumidor está buscando, apresentamos aqui as 5 etapas da jornada de compra de um imóvel. Confira:

1- Consideração

A maior parte dos consumidores que vão se tornar clientes em um futuro próximo estão na fase de consideração. Esse é o momento em que o consumidor está apenas pesquisando e também está cheio de dúvidas. Para exemplificar esse momento, imagine que o seu cliente ainda não sabe se é a hora certa para comprar, não sabe qual bairro quer viver ou que tipo de imóvel é melhor para ele.

2. Pesquisa online

A fase de pesquisa online é o momento em que o consumidor já sabe quais bairros mais lhe interessam. Mas ainda há várias dúvidas, como a taxa de criminalidade da região, escolas e, principalmente, quais opções ele tem para pagar o imóvel. O corretor que o ajuda nesta etapa tem mais chances de fechar o negócio.

3. Busca ativa

É na fase da Busca ativa que o corretor de imóveis é mais acionado pelo cliente. Aqui, ele quer entender se o corretor que está fazendo o atendimento realmente conhece a região que ele escolheu, se ele fará recomendações de acordo com o orçamento e se ele tem contatos que vão ajudá-lo a encurtar o processo de compra. Nesta etapa, o cliente começa a ter pressa para fechar negócio.

4. Transação

Pode parecer simples para você, mas a fase de transação é a mais difícil para o cliente. Lembre-se de que a maior parte dos consumidores estão comprando um imóvel pela primeira vez, o que significa que ele não conhece nada sobre o processo de compra.

Auxilie seu cliente nos riscos envolvidos, deixe preparado um processo de transação com os passos que ele deve seguir e informe se ele está competindo pelo imóvel com outro comprador. Há casos em que o cliente perde o imóvel para outra proposta e é pego desprevenido, o que gera muita frustração e uma péssima impressão do corretor, mesmo que você não seja responsável por isso.

5. Pós-venda

É na fase do pós-venda que o corretor de imóveis tem a oportunidade de fechar a negociação com chave de ouro. Em todo o restante da jornada, o seu cliente já espera que você tenha dado a assistência necessária, mas aqui é onde você pode surpreendê-lo e ganhar várias indicações.

Tenha com você uma lista de contatos que podem facilitar a vida do cliente. Indique profissionais de confiança para pintura, elétrica, lojas de móveis e decoração e outros serviços que seu cliente pode precisar com a casa nova.

Se quiser ir além, ofereça um presente simbólico, que pode ser um item de decoração para a casa nova. Desta forma, ele sempre lembrará do seu excelente atendimento e será bem fácil receber indicações.

Agora que você conhece as etapas da jornada de compra do novo consumidor de imóveis, vale dar uma olhada em algumas dicas que envolvem todo o processo:

– Retenha a atenção dos compradores de imóveis. Mostre seu diferencial;

– Entenda sobre segmentação: conheça o perfil do seu cliente;

– Seja relevante: ninguém vai procurar os seus serviços se você não for;

– Foco na geração de leads: no final do dia, faça a conta de quantas pessoas realmente se interessaram pelo imóvel;

– Se especialize: busque conhecimento para conseguir responder todas as dúvidas do cliente.

 

Fonte: Zap pro

Banheiros pequenos: confira dicas de como reformar!

O espaço de casas e apartamentos novos está cada vez mais restrito, e o menor m² das residências geralmente é o banheiro.

Mas isso não quer dizer que o ambiente deve ser esquecido na hora da reforma. Aliás, o espaço restrito pode até ser usado a seu favor, pois qualquer pequena mudança faz uma enorme diferença. Dá só uma olhadinha nas sugestões que separamos para que seu banheiro pequeno se torne mais bonito e chamativo.

 

Cores

Cores claras e em tons pastel favorecem a amplitude do banheiro. Já as cores vibrantes transmitem a sua personalidade, porém são mais recomendadas para móveis, objetos e roupas de banho.

E o melhor de tudo: você não precisa trocar o revestimento para mudar a cor do lugar. Existem tintas específicas para pintar azulejos e pastilhas, como a epóxi.

 

Aproveite as paredes

Quando a metragem do banheiro é restrita, aproveitar as paredes é o mais aconselhável. Invista em nichos, caixotes e prateleiras para guardar objetos, toalhas e para colocar vasinhos de planta.

Apenas tome cuidado na hora de furar a parede por causa dos canos e tubulações.

 

Atenção nas portas

Com um espaço reduzido, o mais recomendável é que as portas tanto de gabinetes e armários quanto dos boxes seja de correr. Inclusive, essa é uma dica que se estende até a porta de entrada do banheiro.

 

Iluminação

Pouca iluminação dá a impressão de que o banheiro é ainda menor.

O tipo de luz ideal para qualquer ambiente é sempre a natural, porém, principalmente no banheiro, não é possível tê-la sempre. Por isso aposte em vários spots espalhados em lugares específicos, como acima do espelho e do chuveiro e em uma luminária central.

 

Fonte: Casa Show

 

Qual a importância da rotina de limpeza no condomínio?

Imagine que você vai locar ou comprar um apartamento ou uma casa em condomínio fechado. Você já visitou o imóvel e a área privativa lhe agradou muito, agora chegou a hora de conhecer as áreas comuns.

Quais são as primeiras coisas que você nota? Provavelmente você respondeu conservação e limpeza no condomínio. Muitas pessoas pensam da mesma forma, por isso, gestores e síndicos precisam ficar atentos à rotina de limpeza no condomínio.

Manter um padrão de conservação traz vários benefícios, além de agradar todos os moradores. Mas como manter esses ambientes conservados, principalmente em condomínios maiores? Confira a seguir algumas dicas para manter o condomínio limpo sem complicações.

Não é só um chão limpo

A limpeza no condomínio vai muito além de manter os pisos limpos e sem lixo. A limpeza envolve um planejamento muito bem executado que deve conter o gasto financeiro e de tempo com esse serviço, além da equipe responsável pela execução e produtos que devem ser utilizados em cada local.

A limpeza no condomínio também envolve gestão de pessoas, de serviços e de equipe. É preciso organizar um cronograma com a periodicidade que cada espaço deve ser limpo, relação de produtos e quantidades a serem utilizadas. Limpeza envolve criação de procedimentos e padronização de serviço.

Dicas de produtos para limpeza no condomínio

Produtos e quantidades utilizadas são sempre um ponto de cautela, até mesmo na limpeza doméstica. Afinal, trocar de produto ou não ter um padrão do que é utilizado ode causar manchas e danificar as superfícies e gerar desperdício de produtos e, consequentemente, de dinheiro.

Os produtos para manter a limpeza no condomínio vão desde o cheirinho no banheiro até o cloro para lavar pisos e calçadas.

Opte por produtos concentrados e em grandes quantidades. Dessa maneira é possível economizar em refis e embalagens, assim como evita o descarte frequentes de embalagens. Adotar essa prática reduz a quantidade de o gerado e contribui para a diminuição dos gastos e a redução dos danos causados ao meio ambiente.

Funcionários do condomínio ou empresa terceirizada?

Esse é um dos tópicos que mais divide opiniões, pois alguns acham que o que costuma das mais problema e dor de cabeça são as documentações de funcionários. Outros acreditam que o valor dos serviços terceirizados não é condizente aos serviços prestados.

Contratar uma empresa de serviços especializados traz a vantagem da rapidez na implantação, sem preocupação com treinamento de equipe, distribuição de materiais de segurança e com gestão de equipe. Por outro lado, contratação de profissionais próprios do condomínio permite uma aproximação com o contratado, além gerar mais empatia entre condômino e funcionário.

Confira um modelo de roteiro de limpeza a seguir:

– Limpeza diária: Elevadores, banheiros, hall de entrada, academia (se tiver), calçadas e vestiários devem ser limpos diariamente devido ao alto fluxo de pessoas por serem os primeiros espaços que visitantes olham.

– Limpeza quinzenal: Porta, janelas, espelhos e pisos de madeira, salas de máquinas e portaria. Esses locais, principalmente os locais que possuírem portas ou janelas de vidro. Afinal, ninguém quer olhar pela janela e parecer que tudo está embaçado, não é mesmo?

– Uma vez ao mês: esses são locais que requerem limpezas pesadas, mas menos frequentes. Uma dica é intercalar o que fará em cada dia para não sobrecarregar sua equipe de limpeza no condomínio. Entre os locais inclusos nessa periodicidade podemos citar as garagens, salões de festa, escadas de emergência, salões de festa e calçadas externas.

 

Fonte: Condo Brasil

Morar em condomínio: conheça as vantagens!

Mais segurança

Esse modelo de moradia costuma oferecer mais segurança que as casas convencionais, com o portão de entrada direto para a rua.

Condomínios muitas vezes costumam oferecer portaria 24h, sistemas de segurança com alarmes e câmeras, cercas elétricas e etc…

Instalar sistemas de segurança em uma residência exigem um grande suporte inicial para a compra dos equipamentos, mais o valor mensal para uma empresa de segurança.

No condomínio esse valor é diluído entre todos os moradores.

Mais lazer, também para adultos

Muitos imaginam que áreas de lazer em condomínios são destinadas apenas às crianças, mas isso tem mudado nos últimos anos. Além dos tradicionais playgrounds e brinquedotecas, muitos condomínios têm dedicado esforços para agradar os moradores adultos com opções de lazer “sem sair de casa”.

Alguns empreendimentos contam com mesas de sinuca, poker, pebolin, academias, além de piscina e SPA. Ou seja, são diversas opções de lazer para adultos!

Mais oportunidades para as crianças

Assim como os adultos, as crianças também tem a oportunidade de aproveitar melhor o espaço, seja brincando ou conhecendo novas pessoas.

As áreas de lazer do condomínio possibilitam que as crianças desenvolvam habilidades de socialização e são um excelente espaço de convivência.

Limpeza (Em caso de condomínios prediais)

Esse ponto pode ser crucial para muitas pessoas. Morar em condomínio isenta o morador da responsabilidade com a limpeza da área externa.

Casas com quintal possuem manutenção constante e trabalhosa, com gramados, calçadas e outras atividades que podem ser onerosas, principalmente em tempo.

Ao optar por morar em condomínios prediais, obtém-se a comodidade de limpar e organizar apenas as áreas privativas, diminuindo o tempo e o valor gasto com manutenções.

Viu como é bom morar em condomínio? Analise os prós e contras, encontre um local apropriado para você e sua família e desfrute de todas as comodidades que um condomínio pode oferecer!

 

Fonte: Condo Brasil

Reforma de imóvel alugado: quando há ressarcimento?

Reforma em imóveis alugados é um assunto que gera muitas dúvidas. Mas quem deve arcar com os custos referentes à obra? Quando elas devem ou podem ser feitas? A Lei do Inquilinato é bem clara em relação aos deveres e direitos do inquilino e do proprietário do imóvel.

 

Está pensando em reformar e mora em um imóvel alugado? Confira a nossa matéria que foi feita para você!

 

Quando é permitida a reforma?

Uma das principais regras é que o imóvel obrigatoriamente deve ser devolvido nas mesmas condições que foi entregue. Isso não significa que melhorias não possam ser realizadas, mas sim que, se desejar reformá-lo, é muito importante conversar com o proprietário com antecedência. Em alguns casos, pode ser necessário formalizar em contrato detalhes sobre a obra.

 

Quais melhorias devem ser indenizadas pelo proprietário?

Com base na Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/91), as benfeitorias realizadas em imóveis alugados se dividem em: necessárias, úteis e voluptuárias.  Mas o que significa cada um desses termos?

 

Benfeitorias necessárias

As reformas que têm como objetivo preservar a conservação do imóvel, sendo fundamentais para que os moradores vivam em boas condições.

 

Benfeitorias úteis

São mudanças úteis para o inquilino, mas que não são necessárias ou urgentes.

 

Benfeitorias voluptuárias

São benfeitorias que tem como foco o aumento do bem-estar do inquilino, focando em tornar o local mais agradável ou bonito.

 

O proprietário é obrigado a indenizar as benfeitorias necessárias, ainda que o inquilino não tenha comunicado previamente. Já as úteis só precisam ser indenizadas se forem autorizadas por escrito pelo dono do imóvel. E as voluptuárias não são reembolsadas.

 

Gostou de saber as regras da reforma de imóvel alugado? Acompanhe nosso blog e não perca nenhuma novidade!

Como a gestão do seu condomínio pode valorizar o imóvel?

Todos os proprietários de imóveis desejam ver seu bem valorizado, e nós podemos fazer muitas coisas para valorizá-lo. Geralmente, as principais ações são manutenções periódicas e até reformas. Entretanto, o ambiente ao redor do imóvel também é essencial para sua valorização. É aí que a gestão do condomínio pode valorizar o imóvel ainda mais.

Condomínios estão em alta – e já podem valorizar o imóvel

O brasileiro busca cada vez mais morar em condomínios, sejam eles horizontais ou verticais, para melhorar sua qualidade de vida.

Existem diversos tipos de condomínios fechados, que se encaixam em vários orçamentos. No geral, a qualidade de vida em condomínios pode ser segmentada em 3 pilares principais do convívio condominial:

1 – Segurança
2 – Comunicação
3 – Colaboração

E qualidade de vida influencia diretamente na valorização do imóvel. Vou explicar com mais detalhes.

Segurança

Esta é a principal motivadora da existência de condomínios. A busca das pessoas por um ambiente seguro para viver com sua família e filhos, compartilhando as áreas do condomínio com pessoas devidamente registradas, é o primeiro fator considerado.

Tudo isso traz mais segurança e tranquilidade, e é claro que todos querem viver sem essas preocupações. Por isso, imóveis em condomínios são mais desejados naturalmente, o que valoriza o imóvel automaticamente.

Comunicação

Com mais segurança ao redor de sua casa, a vida social com os vizinhos aumenta em um condomínio. Partindo desse princípio, cada um possui regras estabelecidas no Regimento Interno que trazem um convívio padronizado.

Dessa forma, todos podem conviver em um ambiente com mais respeito e sem invasão de seus direitos. E quem não gostaria de viver em um lugar assim?

Colaboração

Este é o estado máximo quando falamos em vida social em condomínios. Partindo dos preceitos de convívio de países desenvolvidos, é possível que um condomínio desenvolva integração entre os condôminos.

Isso pode incluir hortas coletivas, grupos de futebol, passeios de bicicleta, recreação, entre outros. Ou seja, existe integração e colaboração para todas as faixas etárias em um condomínio – dos mais novos aos mais idosos.

Esses três pilares influenciam diretamente na valorização do imóvel

Quanto maior o nível de evolução do condomínio para cada uma das etapas, maior se torna o prazer em conviver neste ambiente. Um condomínio só evolui nessas etapas se a gestão interna for eficiente – e muitos fatores influenciam isso.

Ou seja, essa evolução também gera um desejo de novas pessoas viverem neste mesmo ambiente. Além do objetivo principal, que é a qualidade de vida, uma boa gestão de condomínio traz valorização para seu imóvel, seja em uma possível locação ou venda.

Por isso, antes de escolher o próximo condomínio que você deseja se mudar ou investir, não deixe de consultar condôminos já residentes deste empreendimento ou residentes em outros condomínios semelhantes, em casos de lançamentos.

Ter o conhecimento do clima condominial antes de investir pode fazer com que sua decisão seja a mais assertiva possível – e isso vai além de valorizar o imóvel.

Agora, se você já mora em um condomínio e compartilha de um sentimento que ele pode ter um ambiente muito melhor para você e sua família, envolva-se no conselho administrativo.

Seu engajamento evitando conflitos e em busca do bem comum pode ajudar a sua família e todas as outras que convivem no mesmo ambiente que você. De quebra, isso ajuda a valorizar o imóvel ainda mais.

Fonte: Condolink

Conta Bancária do Condomínio: O que os condôminos precisam saber?

Como abrir uma conta bancária para o condomínio?

Para iniciar o processo de abertura de conta são necessários alguns documentos básicos, que devem ser levados até a instituição bancária de preferência, tais como:

  • Cartão do CNPJ;
  • Ata de eleição registrada em cartório;
  • Convenção do condomínio e estatuto social, também registrados em cartório;
  • Dados do(s) responsáveis legais, incluindo CPF, documento de identificação com foto e comprovante de residência.

Quem é o responsável?

A conta deverá ser aberta em nome do condomínio e, assim como outras empresas, o representante legal será o responsável por sua administração e movimentação. No entanto, os poderes de movimentação podem ser restritos pela Assembleia de condôminos se utilizando de uma ata de reunião, com isso é possível restringir as movimentações, ou mesmo conferir poder a uma administradora.
Além disso, é possível determinar que todas as movimentações e ações bancárias só possam ser concluídas com a assinatura de todos os envolvidos. Um ponto importante é que, após o vencimento do mandato, o antigo síndico perde o poder de movimentar a conta e todos os cheques são devolvidos.

Mas é válido lembrar que as transações por internet banking ainda poderão ser realizadas, mesmo que o mandato esteja vencido. Por essas razões é importante regularizar a situação, antes que um novo mandato inicie.

Como manter a transparência para os condôminos?

Construir e manter uma gestão transparente envolve muitos fatores, mas quando falamos em gestão financeira, é preciso ainda mais organização e atenção aos detalhes.
Antes de qualquer coisa, lembre-se que o dinheiro administrado pelo síndico não pertence a ele, por isso cada centavo deve ser contabilizado e entrar na prestação de contas aos condôminos.

Durante as prestações de contas devem ser apresentados o fluxo de caixa, o balanço mensal, os orçamentos para obras e melhorias, além de todas as notas fiscais arquivadas e nomeadas corretamente.

Em relação à conta bancária, é necessário manter relatórios atualizados e emitir extratos mensais completos para que sejam apresentados nas assembleias e reuniões de condomínio. Apresente as formas de investimento do dinheiro recebido das taxas condominiais.

 

Fonte: Condo Brasil

O que muda com a reforma trabalhista no condomínio?

Você sabe se o seu condomínio está de acordo com as regras atuais das Leis Trabalhistas? Essa reforma já tem grande influência nas rotinas administrativas dos condomínios, trazendo consigo mudanças em diversas questões, como por exemplo: férias, jornadas de trabalho, rescisões e etc.

 

A Reforma Trabalhista passou a valer em 11 de novembro de 2017. Os condomínios que não estiverem de acordo com essa legislação podem sofrer com processos e/ou multas. Você sabe quais são as principais mudanças? Nós separamos quais as principais mudanças com a Reforma Trabalhista para os condomínios. Confira!

 

Autônomos

De acordo com as atuais normas trabalhistas, o condomínio pode contratar profissionais autônomos sem a mediação de empresas especializadas ou de sindicatos. Sendo assim,  a contratação pode ser feita diretamente com um profissional independente, por um contrato sem vínculo empregatício.

 

Mas não é permitido terceirizar um funcionário que já seja contratado por CLT, mesmo que seja do condomínio. Em casos de demissão, o condomínio que demitir o funcionário e depois quiser recontratá-lo como terceirizado precisará esperar 18 meses.

 

Trabalho intermitente

Com a nova CLT,  os prédios podem contratar de maneira intermitente, sem uma carga horária mínima estabelecida ou com contratação contínua. Isso quer dizer que um profissional pode ser contratado para prestar serviço algumas horas de serviço por dia, por semana ou por mês.

 

O contrato de intermitente deve ser feito por escrito e conter o valor da hora de trabalho. Essa quantia não pode ser inferior ao salário dos demais empregados que exerçam a mesma função, e também não pode ser inferior ao valor horário do salário mínimo.

 

Parcelamento das férias

Atualmente, as férias dos funcionários podem ser divididas em até três partes. Tendo a obrigatoriedade que uma parte ter no mínimo 14 dias e que as outras não podem ser inferiores a 5 dias corridos.

 

Jornada de trabalho

Agora, as escalas de trabalho podem ser negociadas. Antes da reformulação, para determinar uma escala de trabalho fora do convencional, era necessário pedir autorização do sindicato enquanto que agora basta um acordo por escrito. Isso agiliza, além de facilitar o processo de escalação dos funcionários, principalmente dos porteiros.